Em uma era em que os dados se tornaram o ativo mais valioso para nações e empresas, o conceito de soberania digital surgiu como uma prioridade fundamental para países do mundo todo. Para a Hungria, uma nação com um forte senso de identidade e uma estratégia econômica voltada para o futuro, alcançar a soberania digital não é apenas uma meta política, mas a pedra angular de sua futura prosperidade e segurança. Este guia abrangente explora a jornada da Hungria rumo à independência digital, os desafios impostos pelo domínio dos gigantes da tecnologia dos EUA, como Salesforce e Microsoft, e a alternativa atraente oferecida pela InvestGlass, uma plataforma de CRM soberana da Suíça que está transformando a maneira como as organizações europeias abordam o gerenciamento do relacionamento com o cliente.
O que você aprenderá
Neste artigo, você descobrirá os princípios fundamentais da soberania digital e por que ela é importante para nações como a Hungria. Você entenderá a Estratégia Nacional de Digitalização 2022-2030 da Hungria e como ela se alinha aos esforços europeus mais amplos para reduzir a dependência de tecnologia estrangeira. O artigo examina os riscos significativos associados à dependência de gigantes da tecnologia sediados nos EUA, como Salesforce e Microsoft, incluindo as implicações da Lei CLOUD dos EUA para a privacidade de dados na Europa. Você conhecerá os principais recursos e benefícios da InvestGlass como uma alternativa de CRM soberano suíço, incluindo uma comparação detalhada com o Salesforce e o Microsoft Dynamics. Por fim, o artigo fornece orientações práticas sobre o processo de migração de um CRM baseado nos EUA para o InvestGlass, garantindo uma transição tranquila para um futuro digital soberano.
Entendendo a soberania digital na era moderna
A soberania digital representa a capacidade de uma nação de controlar seu próprio destino digital, abrangendo tudo, desde dados e infraestrutura até as estruturas legais e regulatórias que regem o espaço digital. Em um mundo cada vez mais interconectado, onde os dados fluem através das fronteiras em velocidades sem precedentes, a questão de quem controla esses dados tornou-se uma questão de segurança nacional e competitividade econômica.
O conceito ganhou uma urgência especial nos últimos anos, à medida que governos e empresas passaram a reconhecer a importância estratégica dos dados. O Fórum Econômico Mundial estima que mais de 92% de todos os dados são armazenados em servidores de propriedade de empresas sediadas nos EUA, criando uma concentração significativa de poder nas mãos de algumas grandes corporações de tecnologia. Essa concentração levanta questões profundas sobre privacidade, segurança e a capacidade das nações de proteger seus cidadãos e empresas contra interferências estrangeiras.
Para as nações europeias, o desafio é particularmente grave. O Conselho Europeu de Relações Exteriores alertou que “não se pode confiar a empresas estrangeiras de tecnologia o atendimento das crescentes necessidades digitais da Europa”, observando que três gigantes dos EUA fornecem aproximadamente 70% da infraestrutura de computação em nuvem da Europa. Essa dependência cria vulnerabilidades que vão muito além do domínio da tecnologia, tocando em questões de soberania econômica, segurança nacional e governança democrática.
O contexto europeu: Um continente em busca da independência digital
A pressão pela soberania digital não é exclusiva da Hungria. Em toda a Europa, os governos estão lidando com as implicações de sua dependência das empresas americanas de tecnologia. A Comissão Europeia lançou uma série de iniciativas com o objetivo de reduzir essa dependência, incluindo a Lei de Serviços Digitais, a Lei de Mercados Digitais e a Lei de Chips Europeus. Essas medidas refletem um consenso crescente de que a Europa deve desenvolver seus próprios recursos tecnológicos para permanecer competitiva e segura na era digital.
O chefe de segurança cibernética da Bélgica alertou recentemente que a Europa enfrenta “um enorme problema de segurança” devido à sua profunda dependência dos gigantes tecnológicos americanos para a infraestrutura digital. Esse sentimento é compartilhado por formuladores de políticas de todo o continente, que estão cada vez mais preocupados com a possibilidade de as empresas de tecnologia dos EUA serem transformadas em armas como instrumentos de política externa. A experiência dos últimos anos demonstrou que as dependências tecnológicas podem ser exploradas para fins políticos, criando riscos que vão muito além do âmbito comercial.
A União Europeia respondeu a essas preocupações com uma série de iniciativas regulatórias criadas para proteger os dados europeus e promover os recursos tecnológicos europeus. O Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) continua sendo o padrão ouro para a proteção de dados em todo o mundo, mas os formuladores de políticas europeus reconhecem que a regulamentação por si só não é suficiente. A construção de uma verdadeira soberania digital exige o desenvolvimento de alternativas europeias às plataformas dominantes dos EUA, alternativas que possam oferecer a mesma funcionalidade e, ao mesmo tempo, manter os dados sob controle europeu.
Estratégia nacional de digitalização da Hungria: Um roteiro para a soberania
A Hungria se posicionou na vanguarda do impulso europeu para a soberania digital. A Estratégia Nacional de Digitalização 2022-2030 representa um roteiro abrangente para a transformação digital do país, com grande ênfase na criação de uma infraestrutura digital resiliente e independente. A estratégia está alinhada com o programa de políticas ‘Década Digital’ da União Europeia, que define metas ambiciosas para a transformação digital de empresas, serviços públicos e infraestrutura digital até 2030.
A estratégia húngara baseia-se em quatro pilares fundamentais que, juntos, formam uma abordagem abrangente para a transformação digital. O primeiro pilar, Infraestrutura digital, enfatiza a importância de fornecer redes de banda larga modernas e de alta capacidade em toda a Hungria, garantindo que todos os cidadãos e empresas tenham acesso à conectividade necessária para participar da economia digital. O segundo pilar, Competência digital, concentra-se no aprimoramento das habilidades digitais e na conscientização da população, aumentando o número de trabalhadores com proficiência digital e reduzindo a exclusão digital que pode excluir populações vulneráveis dos benefícios da digitalização.
O terceiro pilar, Economia Digital, tem como objetivo aumentar a prontidão digital das empresas, promover a integração de tecnologias digitais em todos os setores e incentivar o desenvolvimento de soluções digitais inovadoras. Esse pilar também apoia a economia de dados, de acordo com os objetivos da Hungria. Inteligência Artificial A estratégia de dados, reconhecendo que os dados são o combustível que impulsiona a economia digital moderna. O quarto pilar, Estado Digital, busca expandir a gama de serviços públicos digitais fáceis de usar e promover sua adoção entre cidadãos e empresas, tornando o governo mais eficiente e acessível.
Requisitos de localização de dados da Hungria
Um dos aspectos mais significativos da abordagem da Hungria em relação à soberania digital é a implementação das regras de localização de dados. Essas regras exigem que os órgãos governamentais estaduais e locais, bem como as entidades em setores críticos, hospedem seus sistemas eletrônicos na União Europeia. O processamento de dados é limitado ao Espaço Econômico Europeu, a menos que especificamente permitido por tratado ou aprovação de supervisão, e as empresas estrangeiras que operam na Hungria devem nomear um representante local.
Essas exigências refletem uma tendência europeia mais ampla em relação à localização de dados, motivada por preocupações sobre o alcance extraterritorial de governos estrangeiros e a possibilidade de os dados serem acessados e controlados por entidades não pertencentes à UE. A lei tributária da Hungria exige o armazenamento local de documentos contábeis originais para acesso rápido pelas autoridades, e as leis restringem a transferência ou a divulgação de dados confidenciais, financeiros ou de seguros sem consentimento. Os órgãos públicos são obrigados a tornar acessíveis os dados públicos não pessoais, enquanto as entidades privadas podem precisar compartilhar dados mediante solicitação.
Para as empresas de tecnologia dos EUA, a estrutura de localização da Hungria apresenta desafios significativos. Os requisitos de hospedagem limitam os provedores de nuvem dos EUA, a menos que invistam em infraestrutura local, e a representação local obrigatória combinada com restrições específicas do setor aumenta os encargos de conformidade. As regras da Hungria contribuem para a fragmentação regulatória na Europa, afetando a competitividade dos EUA e interrompendo a continuidade operacional das empresas que criaram seus modelos de negócios em torno de uma infraestrutura centralizada e baseada nos EUA.
Os perigos da dependência das grandes tecnologias: Entendendo os riscos
O domínio de gigantes da tecnologia dos EUA, como a Salesforce e a Microsoft, no mercado global de CRM e computação em nuvem representa um desafio significativo para as nações que lutam pela soberania digital. Embora essas plataformas ofereçam ferramentas poderosas e tenham se incorporado profundamente às operações das empresas em todo o mundo, elas também apresentam riscos inerentes que geralmente são ignorados na pressa de adotar a tecnologia mais recente.
A Lei CLOUD dos EUA: Uma ameaça à privacidade de dados na Europa
Talvez o risco mais significativo associado às plataformas de tecnologia sediadas nos EUA seja a Lei CLOUD dos EUA, promulgada em 2018. Essa legislação controversa dá às agências de aplicação da lei dos EUA a autoridade para exigir acesso aos dados armazenados por empresas de tecnologia sediadas nos EUA, independentemente de onde esses dados estejam fisicamente localizados. Isso significa que, mesmo que seus dados estejam armazenados em um data center em Frankfurt ou Amsterdã, eles ainda poderão ser acessados pelas autoridades dos EUA, ignorando as leis de proteção de dados da UE.
As implicações do CLOUD Act para as empresas europeias são profundas. Os dados que as organizações europeias acreditavam estar protegidos pelo GDPR podem, na verdade, estar acessíveis às autoridades dos EUA, criando um conflito direto entre as leis dos EUA e da UE. As empresas europeias têm recursos legais limitados se seus dados forem acessados pelas autoridades dos EUA, e o desequilíbrio de poder entre os estados-nação e as corporações multinacionais dificulta a contestação das solicitações de acesso aos dados.
A Lei CLOUD representa um desafio fundamental ao princípio da soberania dos dados. Ela afirma que a jurisdição dos EUA se estende aos dados mantidos por empresas americanas em qualquer lugar do mundo, independentemente das leis locais ou da vontade dos titulares dos dados. Para as organizações europeias que lidam com dados confidenciais, sejam eles dados pessoais protegidos pelo GDPR ou informações comerciais confidenciais, isso cria um risco inaceitável.
Bloqueio do fornecedor e desvantagem econômica
Além dos riscos legais, a dependência de plataformas de CRM baseadas nos EUA cria vulnerabilidades econômicas significativas. Os altos custos e a complexidade técnica de mudar de uma plataforma de CRM para outra podem criar uma situação de dependência do fornecedor, em que as empresas se tornam dependentes de um único provedor e enfrentam barreiras proibitivas para mudar. Essa dependência pode sufocar a inovação e criar um campo de atuação desigual para concorrentes europeus menores.
O domínio de algumas grandes empresas americanas no mercado de CRM criou uma situação em que as empresas europeias estão efetivamente subsidiando o crescimento das empresas americanas de tecnologia. A receita sai da Europa para os Estados Unidos, enquanto as empresas de tecnologia europeias lutam para competir com rivais americanos bem financiados. Esse desequilíbrio econômico tem implicações mais amplas para a competitividade e a inovação europeias.
Riscos geopolíticos e armamento tecnológico
Os últimos anos demonstraram que as dependências tecnológicas podem ser transformadas em armas para fins políticos. O governo Trump não hesitou em usar a tecnologia como uma ferramenta de política externa, ameaçando interromper serviços ou impor restrições a países que não cumprem as exigências americanas. As empresas europeias que dependem de plataformas tecnológicas dos EUA estão expostas a esses riscos geopolíticos, que podem se materializar com pouco aviso e ter consequências devastadoras.
O Conselho Europeu de Relações Exteriores alertou que “Trump raramente hesita em usar dependências tecnológicas como armas ou atacar as regras digitais da UE”, observando que é improvável que uma mudança de presidente no futuro altere essa dinâmica. A questão fundamental é estrutural: As empresas de tecnologia dos EUA estão sujeitas à legislação dos EUA e à pressão política dos EUA, independentemente da localização de seus clientes ou dos compromissos que assumiram para proteger os dados europeus.
InvestGlass: A alternativa soberana suíça para a Hungria
À medida que as empresas e entidades governamentais húngaras buscam se alinhar às metas de soberania digital do país, elas precisam de uma alternativa confiável, segura e poderosa aos gigantes da tecnologia dos EUA. É nesse ponto que a InvestGlass entra em cena. Como empresa suíça com sede em Genebra, a InvestGlass oferece uma plataforma de CRM abrangente que se baseia nos princípios de soberania dos dados, privacidade e segurança.
A InvestGlass se posiciona como o “#1 Sovereign Swiss CRM”, com um slogan que captura sua proposta de valor principal: “O poder da automação. A liberdade da soberania”. Como um CRM não americano, a InvestGlass está em total conformidade com as leis suíças de soberania de dados, que estão entre as mais rigorosas do mundo. As medidas robustas de proteção de dados da Suíça, combinadas com a dedicação da InvestGlass à localização de dados e à soberania de dados nativos, oferecem uma garantia inigualável para as organizações preocupadas com a proteção de seus dados.
Por que a Suíça é importante para a soberania dos dados
A Suíça ocupa uma posição única no cenário global de proteção de dados. O país não é membro da União Europeia, mas foi reconhecido pela UE como fornecedora de um nível adequado de proteção de dados, o que significa que os dados podem fluir livremente entre a UE e a Suíça. Ao mesmo tempo, a Suíça não está sujeita à jurisdição dos EUA da mesma forma que os estados-membros da UE podem estar por meio de vários acordos transatlânticos.
Soberania digital suíça tem sido uma prioridade para o governo suíço, com o presidente Ignazio Cassis enfatizando a importância de equilibrar o livre fluxo de dados com uma proteção de dados robusta. A Digital Switzerland Strategy 2025 descreve o compromisso do país em priorizar os serviços digitais e garantir que toda a população se beneficie de uma transformação digital sustentável. Os pontos fortes da Suíça em pesquisa e desenvolvimento, combinados com seu papel como país anfitrião de grandes organizações internacionais, fazem dela um local ideal para empresas que buscam proteger seus dados contra interferências estrangeiras.
A InvestGlass é uma campeã local que ajuda a promover a soberania digital na Suíça e em outros países. Seu software oferece aos cidadãos e às empresas uma plataforma segura para armazenar, gerenciar e compartilhar seus dados, livre dos riscos associados às plataformas baseadas nos EUA. A empresa foi selecionada por grandes instituições financeiras, incluindo o Arab Bank, e é a solução preferida de muitos gerentes de ativos suíços que buscam melhorar sua postura de segurança cibernética e, ao mesmo tempo, tirar proveito das leis de privacidade suíças.
Principais recursos da plataforma InvestGlass
A InvestGlass oferece um conjunto completo de ferramentas para gerenciar todo o ciclo de vida do cliente, desde integração digital e CRM para gerenciamento de portfólio e automação de marketing. A plataforma foi projetada para ser flexível e dimensionável, atendendo às necessidades de empresas de todos os portes, desde pequenas empresas até grandes instituições financeiras e órgãos governamentais.
O Digital Onboarding é um ponto forte da plataforma InvestGlass, permitindo que as organizações coletem novos leads e apresentem novos clientes a produtos ou serviços digitais de forma eficiente e em conformidade. A plataforma simplifica o processo de integração, reduzindo o atrito e melhorando a experiência do cliente, ao mesmo tempo em que garante o cumprimento de todos os requisitos regulamentares.
Os recursos de Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente (CRM) permitem que as organizações organizem e otimizem suas interações com os clientes, maximizando a satisfação e a retenção dos mesmos. O CRM da InvestGlass foi projetado para ser intuitivo e fácil de usar, com painéis personalizáveis e recursos de arrastar e soltar que permitem aos usuários adaptar o sistema às suas necessidades específicas.
Sistema de gerenciamento de portfólio (PMS) simplifica as operações bancárias e de investimento, fornecendo insights em tempo real sobre os dados dos clientes, permitindo a tomada de decisões informadas. Isso é particularmente valioso para organizações de serviços financeiros que precisam gerenciar portfólios complexos e, ao mesmo tempo, manter a conformidade com os requisitos regulamentares.
Marketing As ferramentas de automação permitem que as organizações planejem e executem campanhas de marketing sofisticadas, com rastreamento e geração de relatórios em todos os canais. A plataforma oferece suporte à segmentação personalizada de públicos por fatores demográficos e outros, garantindo que a mensagem certa chegue ao público certo no momento certo.
A funcionalidade do Portal do Cliente melhora a comunicação entre clientes e empresas, proporcionando fácil acesso a documentos, faturas e outras informações importantes. Esse recurso de autoatendimento reduz a carga das equipes de atendimento ao cliente e melhora a experiência do cliente.
Automação e Processo de aprovação Os recursos de automação de processos, incluindo a automação de processos robóticos (RPA), ajudam as empresas a se tornarem mais eficientes, reduzirem custos e permanecerem competitivas em um mercado em constante mudança. Essas ferramentas automatizam as tarefas de rotina, liberando a equipe para se concentrar em atividades de maior valor.
Soberania de dados com InvestGlass
A pedra angular da proposta de valor da InvestGlass é seu compromisso com a soberania dos dados. Com a InvestGlass, as organizações têm a opção de hospedar seus dados em uma nuvem suíça segura ou em seus próprios servidores locais. Essa flexibilidade oferece aos clientes controle total sobre seus dados e garante a conformidade com os requisitos locais de proteção de dados, incluindo as regras de localização de dados da Hungria.
A infraestrutura de nuvem da InvestGlass é adaptada para proteger contra comprometimento, garantindo que os dados sejam armazenados e transmitidos com segurança, em conformidade com os regulamentos internacionais de privacidade de dados, como o GDPR. Além de apenas armazenar dados, a InvestGlass oferece auditorias de dados abrangentes e recursos de mapeamento de dados para ajudar as empresas a manter o controle sobre seus dados, mantendo-os seguros na localização geográfica exata ditada pelas leis relevantes.
Quer se trate de opções de residência de dados, políticas de proteção de dados ou processos de governança, a InvestGlass é hábil em navegar pelas complexidades dos requisitos de soberania de dados, tornando-a a escolha ideal para empresas que realizam negócios em várias jurisdições. A plataforma evita a possível transferência de soberania de dados para os EUA e ajuda as organizações a respeitar os requisitos legais locais.
Comparação do InvestGlass com o Salesforce e o Microsoft Dynamics
Para as organizações húngaras que estão considerando suas opções de CRM, é essencial uma comparação detalhada das plataformas disponíveis. A tabela a seguir fornece uma visão geral de como a InvestGlass se compara com as principais alternativas baseadas nos EUA:
| Recurso | InvestGlass | Salesforce | Microsoft Dynamics 365 |
| Sede social | Genebra, Suíça | São Francisco, Estados Unidos | Redmond, EUA |
| Soberania de dados | Nuvem suíça ou no local | Nuvem baseada nos EUA | Nuvem baseada nos EUA |
| Exposição ao Ato CLOUD | Não | Sim | Sim |
| Conformidade com o GDPR | Completo | Limitado pela legislação dos EUA | Limitado pela legislação dos EUA |
| Conformidade com a DPA suíça | Completo | Não | Não |
| Personalização | Alta | Médio | Médio |
| Transparência de preços | Alta | Complexo e em camadas | Complexo e em camadas |
| Foco em serviços financeiros | Forte | Geral | Geral |
| Apoio ao setor governamental | Forte | Limitada | Limitada |
| Opção no local | Sim | Não | Limitada |
| Suporte 24/7 | Sim | Varia de acordo com o plano | Varia de acordo com o plano |
| Ecossistema de integração | Mais de 500 integrações | Extensivo | Extensivo |
A comparação revela que, embora o Salesforce e o Microsoft Dynamics ofereçam ampla funcionalidade e grandes ecossistemas, eles não podem se igualar à InvestGlass na dimensão crítica da soberania dos dados. Para as organizações húngaras que precisam estar em conformidade com os requisitos de localização de dados e proteger os dados confidenciais do acesso estrangeiro, a InvestGlass oferece uma vantagem convincente.
Fazendo a mudança: Migrando do Salesforce para o InvestGlass
Para as empresas húngaras que atualmente utilizam o Salesforce ou outras soluções de CRM baseadas nos EUA, a transição para uma plataforma soberana como a InvestGlass é um imperativo estratégico. O processo de Mudança de Salesforce para InvestGlass é bem definido e apoiado, com a equipe da InvestGlass trabalhando em estreita colaboração com os clientes durante toda a jornada de migração.
Muitas empresas em expansão mudaram da Salesforce para a InvestGlass porque queriam operar em “minutos e horas” em vez de “semanas e meses”, alinhar as equipes de vendas, conformidade, marketing e operações com acesso a dados de um sistema, aumentar a adoção e o uso em suas equipes para obter dados confiáveis, conectar o CRM a uma ferramenta de gerenciamento de portfólio de nível bancário, mudar de um CRM baseado nos EUA para uma solução europeia hospedada na Suíça e conectar suas ferramentas críticas de negócios por meio das integrações e da API flexível da InvestGlass.
As cinco fases da comutação
O processo de migração da InvestGlass está estruturado em cinco fases claras, cada uma com um plano e um cronograma associados. Durante cada fase, a equipe da InvestGlass trabalha com a sua equipe ou parceiros em cada passo do processo.
Fase 1: A migração de registros envolve a definição de quais dados devem ser transferidos para a InvestGlass, incluindo relações, portfólios, transações, contas, contatos e oportunidades. Campos personalizados são criados na InvestGlass para acomodar sua estrutura de dados, e os dados são exportados da plataforma atual para o formato CSV para limpeza e preparação.
Fase 2: A integração concentra-se na reconstrução de sua arquitetura técnica, eliminando e consolidando onde for possível. Os aplicativos comerciais essenciais são conectados usando conectores pré-construídos de APIs de parceiros e, para integrações que não existem, a biblioteca de APIs da InvestGlass permite o desenvolvimento personalizado.
Fase 3: A automação envolve a documentação da automação e dos fluxos de trabalho existentes, incluindo a automação de negociações, o acompanhamento de estímulo e os processos de atendimento. Em seguida, esses processos são redesenhados e otimizados para a plataforma InvestGlass, aproveitando as ferramentas de automação e aprovação de processos da plataforma.
Fase 4: Gerenciamento de portfólio conecta suas fontes de dados e reconstrói avaliações de adequação, listas de universo, verificações de adequação, métricas de risco e estratégias. Os componentes visuais são configurados para fornecer os insights de que sua equipe precisa.
Fase 5: Monitoramento e Relatórios inventaria todos os relatórios ativos na ferramenta atual, define as necessidades futuras de relatórios e seleciona ou personaliza os relatórios para atender às suas necessidades. A equipe da InvestGlass também pode criar soluções de relatórios personalizados para necessidades complexas.
Lista de verificação pré-compra
Antes de iniciar o processo de migração, a InvestGlass recomenda considerar vários itens importantes. Isso inclui a revisão e a documentação dos processos de vendas existentes, o registro da configuração do sistema CRM e PMS existente, incluindo registros, portfólios, integrações de API, fluxos de trabalho, automação, regras de atribuição de leads, visualizações, painéis e relatórios. Os dados devem ser preparados com a fusão e a eliminação de registros obsoletos ou desatualizados. As equipes devem ser atualizadas sobre o conhecimento dos produtos InvestGlass, concluindo a certificação gratuita do software InvestGlass Sales and Compliance. Por fim, as organizações devem começar a desenvolver sua estratégia de transformação digital, incluindo o gerenciamento de mudanças comerciais e os planos de comunicação.
O caso estratégico da soberania digital
A decisão de adotar uma plataforma de CRM soberana não é apenas uma escolha técnica; é uma decisão estratégica com implicações de longo alcance para o futuro de uma organização. Em um ambiente geopolítico cada vez mais incerto, a capacidade de controlar sua própria infraestrutura de dados e tecnologia é uma fonte de vantagem competitiva e resiliência.
Para as organizações húngaras, o caso da soberania digital é particularmente convincente. A Estratégia Nacional de Digitalização da Hungria prioriza explicitamente o desenvolvimento de recursos digitais soberanos, e as regras de localização de dados do país criam requisitos legais que as plataformas baseadas nos EUA não podem satisfazer facilmente. Ao escolher uma plataforma soberana como a InvestGlass, as organizações húngaras podem alinhar suas escolhas tecnológicas com os objetivos da política nacional e, ao mesmo tempo, se proteger dos riscos associados à dependência de tecnologia estrangeira.
Os benefícios da soberania digital vão além da conformidade e do gerenciamento de riscos. As organizações que controlam seus próprios dados podem inovar com mais liberdade, desenvolvendo novos produtos e serviços sem a preocupação de como seus dados poderão ser usados por terceiros. Elas podem construir relacionamentos mais profundos com os clientes demonstrando um compromisso com a privacidade e a segurança. E podem contribuir para o desenvolvimento de um ecossistema digital mais equilibrado e equitativo, no qual as organizações europeias não são meras consumidoras da tecnologia americana, mas participantes ativas na formação do futuro digital.
Conclusão: Uma escolha soberana para uma nação soberana
A busca da Hungria pela soberania digital é uma etapa ousada e necessária para garantir seu futuro na era digital. À medida que o país prossegue nesse caminho, a escolha dos parceiros tecnológicos será fundamental. Confiar nos gigantes da tecnologia dos EUA, que estão sujeitos às leis e às pressões políticas de um governo estrangeiro, é um risco que as empresas e instituições públicas húngaras não podem mais se dar ao luxo de correr.
A InvestGlass oferece uma alternativa poderosa e atraente, uma plataforma CRM soberana suíça que oferece a automação e os recursos dos principais fornecedores dos EUA, com a liberdade e a segurança da verdadeira soberania de dados. Com seu compromisso com a proteção de dados, seu abrangente conjunto de recursos e sua abordagem colaborativa para o sucesso do cliente, a InvestGlass é o parceiro ideal para organizações húngaras que buscam construir um futuro digital soberano.
A escolha é clara: um futuro soberano exige soluções soberanas. Para a Hungria e para a Europa, o InvestGlass representa um caminho que combina excelência tecnológica com a proteção de valores fundamentais. Ao fazer essa escolha, as organizações húngaras não estão apenas protegendo seus próprios interesses, mas contribuindo para o projeto europeu mais amplo de criar um ecossistema digital que atenda aos interesses dos cidadãos e das empresas europeias.
Perguntas frequentes (FAQs)
1. O que é soberania digital e por que ela é tão importante para nações como a Hungria atualmente?
A soberania digital refere-se à capacidade de uma nação de ter controle sobre sua própria infraestrutura digital, seus dados e as estruturas legais que regem o espaço digital. Para a Hungria, isso é fundamental para proteger os dados dos cidadãos, promover uma economia digital competitiva e garantir a segurança e a resiliência da infraestrutura essencial. Em uma era em que os dados são cada vez mais valiosos e as tensões geopolíticas podem afetar o acesso à tecnologia, a soberania digital fornece uma base para a segurança nacional e a independência econômica.
2. Como a Estratégia Nacional de Digitalização 2022-2030 da Hungria promove a soberania digital?
A estratégia promove a soberania digital por meio de quatro pilares principais: Infraestrutura digital, Competência digital, Economia digital e Estado digital. Ela enfatiza o desenvolvimento da infraestrutura digital local, aprimora as habilidades digitais da população e implementa regras de localização de dados que exigem que os dados essenciais sejam armazenados na UE. A estratégia está alinhada com o programa da Década Digital da UE e, ao mesmo tempo, atende às necessidades e prioridades específicas da Hungria.
3. O que é a Lei CLOUD dos EUA e como ela afeta as empresas europeias que usam plataformas de CRM americanas?
A Lei CLOUD dos EUA, promulgada em 2018, permite que as agências de aplicação da lei dos EUA exijam acesso aos dados armazenados por empresas de tecnologia sediadas nos EUA, independentemente de onde os dados estejam fisicamente localizados. Isso significa que as empresas europeias que usam plataformas como Salesforce ou Microsoft Dynamics podem ter seus dados acessados pelas autoridades dos EUA, mesmo que os dados estejam armazenados em data centers europeus. Isso cria um conflito direto com o GDPR e prejudica os direitos de proteção de dados dos cidadãos e das empresas europeias.
4. Como a InvestGlass oferece uma solução para os desafios da soberania de dados?
Como uma empresa suíça, a InvestGlass não está sujeita à Lei CLOUD dos EUA ou a outra legislação extraterritorial dos EUA. Ela oferece aos clientes a opção de hospedar seus dados em uma nuvem suíça segura ou em seus próprios servidores locais, garantindo controle total sobre a localização e o acesso aos dados. A InvestGlass está totalmente em conformidade com o GDPR e as leis suíças de proteção de dados, fornecendo o mais alto nível de proteção de dados disponível.
5. Quais são as principais diferenças entre a InvestGlass e as plataformas de CRM baseadas nos EUA, como a Salesforce?
A principal diferença é a soberania dos dados. A InvestGlass oferece uma solução verdadeiramente soberana, na qual os dados permanecem sob o controle do cliente, enquanto as plataformas baseadas nos EUA estão sujeitas às leis americanas que podem comprometer a privacidade dos dados europeus. A InvestGlass também oferece preços mais transparentes, um forte foco em serviços financeiros e setores governamentais e uma abordagem de parceria colaborativa, em vez de um relacionamento transacional com o fornecedor.
6. É difícil migrar do Salesforce para o InvestGlass?
Não, a InvestGlass oferece um processo de migração estruturado e de apoio em cinco fases para garantir uma transição tranquila. As fases abrangem migração de registros, integração, automação, gerenciamento de portfólio e relatórios. A equipe da InvestGlass trabalha em estreita colaboração com os clientes durante todo o processo, e os parceiros estão disponíveis para fornecer suporte adicional para migrações complexas.
7. Que tipo de suporte a InvestGlass oferece a seus clientes?
A InvestGlass oferece suporte 24 horas por dia, 7 dias por semana para todos os usuários, independentemente do nível de assinatura. A empresa também oferece certificações de software e cursos de treinamento gratuitos, Genius Bars para assistência prática e uma base de conhecimento abrangente. Esse compromisso com o sucesso do cliente garante que as equipes possam se atualizar rapidamente e maximizar o valor do seu investimento.
8. O InvestGlass pode ser personalizado para atender a requisitos comerciais específicos?
Sim, a plataforma InvestGlass é altamente personalizável. Ela apresenta uma API flexível e mais de 500 integrações que permitem que as organizações conectem suas ferramentas favoritas e adaptem a solução aos seus fluxos de trabalho específicos. Painéis de controle personalizáveis, recursos de arrastar e soltar e regras de automação configuráveis permitem que as organizações criem a experiência exata de CRM de que precisam.
9. O InvestGlass é adequado para pequenas empresas ou apenas para grandes empresas?
A InvestGlass foi projetada para ser escalável e pode ser usada por empresas de todos os tamanhos, desde pequenas empresas iniciantes até grandes empresas com milhares de funcionários. A plataforma oferece diferentes níveis de preços e configurações para atender às necessidades de organizações de diferentes tamanhos, e os mesmos recursos poderosos estão disponíveis independentemente do tamanho da empresa.
10. Como as organizações húngaras podem começar a usar o InvestGlass?
As organizações húngaras podem começar a usar o InvestGlass visitando www.investglass.com e inscrever-se para uma avaliação gratuita ou agendar uma demonstração com a equipe de vendas. A avaliação gratuita fornece acesso à plataforma completa para até 20 usuários por 30 dias, com integração guiada para ajudar as equipes a avaliar se a InvestGlass atende às suas necessidades. A equipe da InvestGlass está disponível para responder a perguntas e fornecer orientação durante todo o processo de avaliação.
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