Estratégias eficazes de implementação do DORA para instituições financeiras
A implementação efetiva da Lei de Resiliência Operacional Digital (DORA) é essencial para as instituições financeiras que desejam atender aos requisitos regulatórios futuros e aprimorar a resiliência digital. A DORA, que entrou em vigor em 16 de janeiro de 2023, será aplicável a partir de 17 de janeiro de 2025, afetando mais de 22.000 organizações financeiras em toda a União Europeia.
Principais conclusões
- O DORA enfatiza a responsabilidade da gerência sênior pela resiliência operacional digital, exige orçamentos dedicados à segurança de TIC e incentiva o compartilhamento de inteligência contra ameaças entre as instituições financeiras.
- O gerenciamento de riscos de ICT de terceiros é fundamental no DORA, exigindo que as entidades financeiras realizem a devida diligência, o monitoramento contínuo e mantenham um registro de relacionamentos com terceiros para garantir a conformidade.
- Implementação de medidas robustas de segurança cibernética para proteção contra ameaças digitais.
- A InvestGlass oferece uma plataforma abrangente com ferramentas de automação e CRM que auxiliam as instituições financeiras a atingir a conformidade com o DORA, simplificando a integração do cliente, aprimorando o gerenciamento de dados e melhorando a eficiência operacional.

Entendendo os requisitos do DORA
A Lei de Resiliência Operacional Digital (Digital Operational Resilience Act, DORA) foi promulgada para tratar de riscos específicos de TIC no setor financeiro que não eram cobertos pelas regulamentações anteriores. A DORA se torna diretamente aplicável às entidades financeiras a partir de 17 de janeiro de 2025, o que torna imperativo que as organizações entendam e cumpram seus requisitos. O principal objetivo do DORA é fortalecer a resiliência operacional digital do setor financeiro, garantindo que as redes e os sistemas de informação estejam protegidos contra ameaças digitais. Essa estrutura regulatória foi projetada para prevenir, detectar e responder a ameaças cibernéticas e interrupções operacionais, mitigando, assim, possíveis perdas financeiras e protegendo a segurança e a privacidade.
Os principais requisitos do DORA incluem:
- Harmonização dos relatórios de incidentes relacionados às TIC
- Ampliação do escopo das entidades financeiras afetadas, incluindo instituições de previdência profissional
- Permitir a notificação voluntária de ameaças cibernéticas significativas
- Estabelecer os processos necessários para o gerenciamento de incidentes
- Iniciativas para melhorar a resiliência operacional, como promover a troca de informações e a colaboração no setor
As instituições financeiras podem se preparar para os próximos prazos de conformidade e manter operações seguras e resilientes compreendendo esses requisitos.
Principais disposições do DORA
Uma das características de destaque da Lei de Resiliência Operacional Digital é a responsabilidade clara que ela atribui ao corpo administrativo de uma empresa para garantir a resiliência operacional digital e o gerenciamento de riscos de TIC. Isso significa que a liderança sênior deve estar diretamente envolvida e ser responsável, promovendo uma cultura de resiliência de cima para baixo. Além disso, o DORA exige um orçamento dedicado à resiliência operacional digital, que abrange programas de conscientização sobre segurança de TIC, treinamento em resiliência e testes de resiliência operacional digital. Esse compromisso financeiro ressalta a importância do investimento contínuo em medidas de segurança cibernética.
O compartilhamento de inteligência sobre ameaças cibernéticas é outra disposição essencial do DORA, exigindo que as entidades financeiras compartilhem informações sobre ameaças e vulnerabilidades cibernéticas. Essa abordagem colaborativa visa a criar um mecanismo de defesa mais robusto em todo o setor. A compreensão dessas principais disposições permite que as instituições financeiras tomem as medidas necessárias para a conformidade com o DORA e para aumentar sua postura geral de segurança.
Escopo de aplicação
O escopo da DORA é amplo, abrangendo uma grande variedade de instituições financeiras, incluindo:
- Instituições de crédito
- Instituições de pagamento
- Provedores de serviços de informações de contas
- Instituições de dinheiro eletrônico
- Empresas de investimento
- Provedores de serviços de ativos criptográficos
- Depositários centrais de títulos
- Contrapartes centrais
- Plataformas de negociação
- Instituições de previdência profissional
Essa ampla aplicabilidade garante que todos os participantes essenciais do ecossistema financeiro sejam submetidos aos mesmos padrões rigorosos de resiliência operacional digital.
Além dessas entidades financeiras, o DORA também se aplica a fornecedores essenciais, incluindo provedores de serviços de TIC que trabalham com ou para essas instituições financeiras. Essa inclusão garante que os fornecedores terceirizados também sejam responsabilizados por sua função de manter a segurança e a resiliência do setor financeiro. A compreensão de toda a extensão da DORA permite que as instituições financeiras identifiquem todas as áreas de suas operações e parcerias que exigem conformidade com os requisitos regulatórios.

Desenvolvimento de uma estrutura abrangente de gerenciamento de riscos de TIC
Uma estrutura abrangente de gerenciamento de riscos de TIC é a pedra angular da conformidade com o DORA, projetada para proteger as informações e os ativos de TIC nas instituições financeiras. Essa estrutura deve abranger:
- Estratégias
- Políticas
- Procedimentos
- Protocolos de TIC
- Ferramentas necessárias para proteger componentes físicos e digitais, como instalações e data centers
Revisões regulares, pelo menos anualmente ou após incidentes graves, garantem que a estrutura permaneça eficaz e atualizada.
O desenvolvimento dessa estrutura envolve uma abordagem sistemática de avaliação de riscos, identificação, avaliação e mitigação dos riscos de TIC. Isso inclui não apenas os processos internos, mas também se estende a fornecedores e prestadores de serviços terceirizados. Com uma estrutura robusta de gerenciamento de riscos de TIC, as instituições financeiras estão mais bem equipadas para prever e combater possíveis ameaças cibernéticas e interrupções operacionais, preservando, assim, sua resiliência operacional digital.
Identificação de riscos de TIC
A identificação dos riscos de ICT é a primeira etapa na criação de uma estrutura eficaz de gerenciamento de riscos. Esse processo envolve o reconhecimento de quaisquer circunstâncias que possam comprometer a segurança da rede e dos sistemas de informação. As entidades financeiras devem identificar os serviços essenciais, conhecidos como ‘Funções Críticas ou Importantes’ (CIFs), que podem ter um impacto material se forem interrompidos. Avaliações regulares de risco, incluindo avaliações de vulnerabilidade, são fundamentais para detectar possíveis vulnerabilidades específicas das operações e dos sistemas da organização.
As avaliações de vulnerabilidade, que podem ser realizadas por meio de ferramentas automatizadas ou revisões manuais, são vitais para identificar os pontos fracos dos sistemas. Além disso, as avaliações de segurança de rede avaliam as medidas de segurança e as configurações da infraestrutura de rede para identificar possíveis riscos. Os testes de engenharia social, como simulações de phishing, ajudam a identificar as vulnerabilidades humanas dentro da organização. Uma identificação sistemática desses riscos prepara melhor as instituições financeiras para combatê-los.
Implementação de medidas de mitigação de riscos
Uma vez identificados os riscos de tecnologia da informação e comunicação (TIC), a próxima etapa é implementar medidas de mitigação adequadas. Isso envolve a implementação de estratégias e ferramentas de gerenciamento de riscos de TIC projetadas para minimizar esses riscos. A estrutura deve delinear mecanismos para detectar e prevenir os principais incidentes relacionados à TIC, garantindo que as possíveis ameaças sejam tratadas prontamente.
Um desafio significativo no DORA é garantir a segurança dos dados com fornecedores terceirizados de TIC, o que exige padrões técnicos rigorosos para armazenamento e transferência de dados. Medidas automatizadas de detecção de ameaças em parceiros terceirizados são essenciais para respostas oportunas a possíveis violações de dados. A implementação dessas medidas de mitigação de risco permite que as instituições financeiras reforcem sua resiliência operacional digital e atendam aos requisitos do DORA.
Monitoramento e aprimoramento contínuos
O monitoramento e o aprimoramento contínuos são componentes essenciais de uma estrutura eficaz de gerenciamento de riscos de TIC. O DORA enfatiza a necessidade de monitoramento e atualização contínuos da estrutura para manter a conformidade com os requisitos regulamentares. As organizações devem usar avaliações internas para testar a eficácia de suas estruturas de gerenciamento de riscos de TIC e planos de resposta a incidentes, incorporando as lições aprendidas para melhorar continuamente suas estratégias de resiliência.
Atualizações regulares garantem que a estrutura permaneça relevante e eficaz na mitigação de riscos emergentes.
Gerenciamento de riscos de ICT de terceiros
O gerenciamento de riscos de ICT de terceiros é um aspecto crucial da conformidade com o DORA. As entidades financeiras devem integrar o gerenciamento de riscos de fornecedores em sua estrutura geral de gerenciamento de riscos de ICT. Isso envolve uma abordagem abrangente que inclui due diligence, seleção de fornecedores e supervisão contínua. A DORA estabelece requisitos padronizados para a segurança da rede e dos sistemas de informação fornecidos por terceiros essenciais que oferecem serviços de ICT para a
Due Diligence e seleção de fornecedores
As avaliações de due diligence pré-contratual são essenciais para garantir que os terceiros tenham controles de segurança de TI adequados em vigor. O artigo 25 do DORA enfatiza a importância de avaliar as capacidades de terceiros no gerenciamento de riscos de TIC antes de firmar contratos. Isso envolve a realização de avaliações de risco abrangentes sobre possíveis fornecedores para garantir que eles atendam aos padrões de segurança exigidos.
A automação de partes do processo de due diligence pode economizar tempo e garantir a consistência na avaliação de fornecedores terceirizados. As organizações devem implementar processos de verificação e integração de terceiros, considerando os requisitos da DORA sobre contratação e monitoramento contínuo. A realização de uma due diligence completa permite que as instituições financeiras diminuam os riscos associados a fornecedores terceirizados de TIC.
Supervisão e monitoramento contínuos
O monitoramento contínuo e o relatório regular do risco de terceiros de ICT são exigidos pela DORA. O artigo 35 descreve a necessidade de as entidades financeiras monitorarem continuamente os prestadores de serviços terceirizados para identificar riscos financeiros, ESG, riscos cibernéticos e comerciais. Atualizações regulares e comunicação com fornecedores terceirizados de ICT ajudam a manter a conformidade e a lidar com os riscos emergentes.
A manutenção de um registro de todos os relacionamentos com terceiros também é exigida pela DORA. As principais cláusulas contratuais devem ser rastreadas e gerenciadas durante todo o ciclo de vida do fornecedor para garantir a conformidade e a redução de riscos. A manutenção de uma supervisão contínua garante às instituições financeiras que seus relacionamentos com terceiros permaneçam seguros e cumpram os requisitos de conformidade.
Aproveitamento da arquitetura corporativa para conformidade
A arquitetura corporativa oferece uma abordagem estruturada para avaliar e gerenciar ativos e processos de TI, o que é essencial para a conformidade com o DORA. Essa visão holística engloba:
- Aplicativos
- Dados
- Infraestrutura
- Processos de negócios
Essa abordagem ajuda as organizações a identificar discrepâncias entre as práticas existentes e os requisitos da DORA.
A utilização da arquitetura corporativa permite que as instituições financeiras harmonizem seu cenário de TI com os padrões regulamentares e aumentem a resiliência operacional.
Alinhamento das estratégias de negócios e de TI
O alinhamento das estratégias de negócios e de TI é fundamental para alcançar a conformidade com o DORA. Esse alinhamento garante que ambos os departamentos trabalhem em prol de objetivos comuns, aumentando a eficiência geral. Uma ligação clara entre os objetivos comerciais e os riscos tecnológicos é essencial para que o alinhamento estratégico atenda aos requisitos do DORA.
A arquitetura corporativa garante que a infraestrutura e os processos de TI estejam alinhados com a estratégia geral de negócios da organização, oferecendo suporte às principais funções de negócios e facilitando a rápida adaptação a interrupções imprevistas.

Facilitando a colaboração entre os departamentos
A implementação do DORA e o desenvolvimento da resiliência digital exigem uma colaboração eficaz entre vários departamentos. Isso é essencial para garantir a execução bem-sucedida da iniciativa.
A arquitetura corporativa funciona como um hub central, permitindo a comunicação contínua e o compartilhamento de informações entre eles:
- TI
- Segurança
- Gerenciamento de riscos
- Unidades de negócios
Essa abordagem colaborativa aumenta a integração e a coesão entre os diferentes componentes da organização.
Garantir o envolvimento antecipado de todas as partes interessadas, incluindo os membros do conselho e a liderança executiva, pode agilizar o processo de conformidade durante as auditorias regulatórias. A promoção da colaboração permite que as instituições financeiras eliminem os silos e coordenem os esforços para alcançar a conformidade com o DORA.
Utilização de soluções tecnológicas
A InvestGlass oferece recursos altamente personalizáveis, incluindo integração digital, A tecnologia de automação de marketing, a automação sem código e a automação de marketing, que auxiliam as instituições financeiras na conformidade com o DORA. Essas soluções tecnológicas facilitam o gerenciamento de serviços de TIC, análise de dados e tecnologia de comunicação, garantindo a conformidade perfeita com os padrões DORA.
A utilização dessas ferramentas capacita as instituições financeiras do setor financeiro da UE a aumentar sua eficiência e resiliência operacional.
Preparação para auditorias regulatórias
A preparação para auditorias regulatórias envolve:
- Estabelecimento de estruturas claras de conformidade
- Estabelecimento de estruturas de governança
- Ter processos e tecnologia implementados para acomodar as auditorias das autoridades supervisoras europeias
As instituições financeiras precisam se antecipar a essas auditorias e estar preparadas.
A orientação sobre a preparação para as auditorias das três Autoridades Europeias de Supervisão, incluindo a Autoridade Bancária Europeia, é fundamental para garantir a conformidade e evitar penalidades.
Documentação e manutenção de registros
A documentação completa de políticas, procedimentos e protocolos relacionados a operações digitais e segurança cibernética é essencial para demonstrar os esforços de conformidade. As organizações devem priorizar a documentação de todas as ações tomadas para aumentar a resiliência operacional, incluindo registros detalhados de avaliações de risco, relatórios de incidentes e esforços de correção.
Garantir que toda a documentação relacionada à conformidade seja facilmente acessível e possa ser fornecida prontamente durante as auditorias é fundamental para manter a transparência e a responsabilidade.
Auditorias e avaliações internas
As auditorias internas regulares são um aspecto fundamental para garantir o alinhamento com os requisitos do DORA. Essas auditorias ajudam a identificar lacunas de conformidade e oferecem uma oportunidade de resolvê-las de forma proativa. Ao automatizar os processos de conformidade e integrar a moderna tecnologia de gerenciamento de riscos, as instituições financeiras podem facilitar o processo de auditoria interna e garantir revisões completas antes das auditorias oficiais. O estabelecimento de um processo formal de acompanhamento para verificar e corrigir as constatações críticas de auditoria de TIC é essencial para a melhoria contínua.
Avaliações internas regulares oferecem vários benefícios para as organizações, incluindo
- Preparação para auditorias externas
- Manutenção de um alto padrão de resiliência operacional
- Identificar e tratar internamente os possíveis pontos fracos
- Aprimorar a postura geral de conformidade
- Reduzir o risco de graves interrupções operacionais.
Resposta aos achados de auditoria
O desenvolvimento de um plano de resposta estruturado para abordar as constatações de auditoria é fundamental para manter a conformidade e a integridade operacional. A comunicação eficaz dentro da organização garante que todas as equipes relevantes estejam cientes das constatações da auditoria e das medidas corretivas necessárias. Essa abordagem colaborativa facilita respostas rápidas e coordenadas, garantindo que todos os problemas identificados sejam prontamente abordados e resolvidos.
A presença de um plano de resposta robusto permite que as instituições financeiras demonstrem sua dedicação à melhoria contínua e à conformidade com o DORA.
Programas de treinamento e conscientização
Os programas de treinamento e conscientização são essenciais para incutir uma cultura de conformidade nas instituições financeiras e evitar erros humanos. Esses programas garantem que todos os funcionários, desde a equipe de linha de frente até a gerência sênior, compreendam suas funções e responsabilidades no cumprimento das normas do DORA. Programas de treinamento eficazes podem reduzir significativamente o risco de não conformidade ao equipar os funcionários com o conhecimento e as habilidades necessárias para gerenciar os riscos de TIC.
Os membros da gerência também devem atualizar regularmente seus conhecimentos e habilidades em relação ao risco de TIC de acordo com o DORA.
Elaboração de programas de treinamento eficazes
A elaboração de programas de treinamento eficazes envolve:
- Adaptar o conteúdo às funções e responsabilidades específicas dos funcionários
- Corresponder à complexidade das funções dos funcionários e estender-se à gerência sênior
- Garantir o treinamento específico da função para entender os riscos exclusivos associados aos seus cargos e como lidar com eles
- Envolvimento de especialistas no assunto na elaboração do conteúdo do treinamento para garantir a relevância e a precisão.
As organizações devem selecionar cursos ou provedores de treinamento apropriados em colaboração com o CISO, os Recursos Humanos e os gerentes de divisão. Essa abordagem colaborativa garante que os programas de treinamento sejam abrangentes e alinhados com as metas de conformidade da instituição. O investimento em programas de treinamento bem elaborados permite que as instituições financeiras desenvolvam uma força de trabalho experiente e robusta.
Atualizações regulares e atualizações
Atualizações regulares de treinamento são cruciais para manter a equipe informada sobre as últimas mudanças regulatórias e práticas recomendadas. As organizações devem instituir cronogramas de treinamento regulares para garantir a educação contínua. Essas atualizações devem refletir as ameaças cibernéticas e as mudanças legislativas mais recentes, ajudando os funcionários a se manterem atualizados com os requisitos de conformidade em constante evolução.
Os cursos de atualização podem reforçar conceitos críticos de conformidade e abordar quaisquer lacunas de conhecimento que possam ter se desenvolvido ao longo do tempo.
Medição da eficácia do treinamento
A avaliação da eficácia dos programas de treinamento pode ser feita por meio de:
- Testar a capacidade dos funcionários de aplicar o conhecimento adquirido em cenários do mundo real
- Usar pesquisas e formulários de feedback para avaliar a compreensão e a satisfação dos funcionários com os programas de treinamento
- Usar métricas como taxas de conformidade e relatórios de incidentes antes e depois do treinamento para avaliar o impacto dos programas.
A medição do treinamento A eficácia permite que os instituições para aperfeiçoar continuamente suas iniciativas de treinamento, garantindo uma força de trabalho que esteja sempre pronta para enfrentar os desafios de conformidade.
Estudo de caso: InvestGlass e a conformidade com o DORA
A InvestGlass oferece uma plataforma abrangente que ajuda as instituições financeiras a as instituições atendam aos requisitos rigorosos do DORA integrando várias funcionalidades adaptadas à resiliência operacional digital. Essa plataforma baseada na Suíça oferece automação de vendas robusta e gerenciamento do relacionamento com o cliente (CRM), o que o torna um ativo valioso para as instituições financeiras que desejam aumentar sua resiliência operacional.
A conexão da regulamentação DORA aos serviços da InvestGlass permite que as instituições financeiras usem a tecnologia para simplificar os processos de conformidade e aumentar a eficiência geral.
Visão geral da InvestGlass
A InvestGlass é uma plataforma suíça baseada em nuvem que oferece:
- Ferramentas de automação de vendas
- Um sistema CRM
- Ferramentas de integração digital
- Recursos de automação adaptados para serviços financeiros
- Integração de IA
- Configuração rápida com IA, permitindo que os usuários importem leads e contatos rapidamente usando sua ferramenta de importação de CSV
Fundada em 2014, a InvestGlass é especializada em fintech, robo-advisor, CRM, gerenciamento de portfólio e inteligência artificial. A plataforma ajuda os usuários a vender com mais eficiência, unificando o alcance, o envolvimento e a automação em um sistema de CRM simples e flexível.
Adequado para empresas que se preocupam com a independência geopolítica e desejam se beneficiar de ferramentas modernas, como a integração digital, inteligência artificial, e um poderoso gerenciamento de portfólio, a InvestGlass é considerada a solução suíça para o futuro.
Como a InvestGlass apoia a conformidade com a DORA
A InvestGlass apoia as instituições financeiras no cumprimento dos requisitos da DORA por meio de recursos como integração digital, integração de CRM e análise de dados em tempo real. A plataforma simplifica e agiliza os processos de integração de clientes, assegurando uma experiência suave e eficiente, ao mesmo tempo em que atende aos requisitos da DORA para a integração segura de clientes. Ao automatizar os processos de aprovação e as tarefas repetitivas, a InvestGlass libera tempo para iniciativas estratégicas e aumenta a produtividade geral. Além disso, seus insights orientados por IA ajudam as instituições financeiras a tomar decisões orientadas por dados que se alinham aos requisitos regulamentares.
A InvestGlass também se integra com os sistemas de alimentação de custódia, e-mail e calendário para garantir uma comunicação e um gerenciamento de dados contínuos, apoiando ainda mais a conformidade com o DORA. As instituições financeiras que utilizam a InvestGlass se beneficiam de uma maior eficiência operacional e de soluções seguras de gerenciamento de dados, o que a torna uma ferramenta indispensável para alcançar a conformidade e a resiliência.
Histórias de sucesso
As soluções inovadoras da InvestGlass tornaram as instituições financeiras mais resistentes e em conformidade com regulamentações como a DORA. As últimas notícias destacam a InvestGlass como a solução suíça para o futuro, ressaltando sua eficácia em ajudar as entidades financeiras a navegar no complexo cenário regulatório.
Ao aproveitar o InvestGlass, as instituições financeiras aprimoraram com sucesso sua resiliência operacional e mantiveram a conformidade, garantindo sua estabilidade em um ambiente digital em rápida evolução.
Resumo
Em resumo, o DORA representa um avanço significativo no aprimoramento da resiliência operacional digital do setor financeiro. Ao compreender e implementar seus requisitos, as instituições financeiras podem se proteger contra ameaças cibernéticas e interrupções operacionais. Desde o desenvolvimento de estruturas abrangentes de gerenciamento de riscos de TIC até o aproveitamento da arquitetura corporativa e a preparação para auditorias regulatórias, este guia forneceu um roteiro para alcançar a conformidade com a DORA. Ao integrar soluções tecnológicas como a InvestGlass, as instituições financeiras podem simplificar seus esforços de conformidade e aumentar sua eficiência operacional. Abrace a jornada rumo à resiliência e garanta que sua instituição esteja preparada para o futuro.
Perguntas frequentes
Qual é o principal objetivo da DORA?
O principal objetivo do DORA é aprimorar a resiliência operacional digital do setor financeiro, protegendo redes e sistemas de informação contra ameaças digitais.
Como a InvestGlass apoia a conformidade com o DORA?
A InvestGlass oferece suporte à conformidade com o DORA por meio de ferramentas de integração digital, integração de CRM, análise de dados em tempo real e insights orientados por IA, ajudando as instituições financeiras a gerenciar riscos de forma eficaz e a aderir aos padrões DORA.
Quais são as principais disposições do DORA?
As principais disposições do DORA incluem a responsabilidade da gerência pela resiliência operacional digital, um orçamento dedicado para programas de conscientização de segurança de TIC e o compartilhamento obrigatório de inteligência sobre ameaças entre as entidades financeiras. Essas disposições visam melhorar a segurança cibernética e a resiliência operacional no setor financeiro.
Por que o monitoramento contínuo é importante no DORA?
O monitoramento contínuo de acordo com o DORA é importante porque garante que a estrutura de gerenciamento de riscos de TIC permaneça eficaz e em conformidade com os requisitos regulatórios, ajudando a identificar e abordar prontamente os riscos emergentes.
Que tipos de entidades financeiras são cobertas pelo DORA?
O DORA abrange uma ampla gama de entidades financeiras, incluindo instituições de crédito, instituições de pagamento, empresas de investimento, empresas de seguro/resseguro, provedores de serviços de informações sobre contas e instituições de previdência profissional. Ela oferece cobertura abrangente para várias instituições e serviços financeiros.