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Navegando na nova fronteira dos dados: Por que a mudança do Japão para a soberania digital precisa de um toque suíço

Atualizado em
5 de janeiro de 2026
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02 de fevereiro de 2021

No mundo de hoje, os dados não são apenas um recurso; são a força vital da economia e da segurança de um país. Uma nova ideia está ganhando força em todo o mundo, chamada soberania digital. É a crença simples, mas poderosa, de que as nações devem ter controle sobre seu próprio futuro digital. Isso significa proteger seus dados de governos estrangeiros e da influência de empresas gigantes de tecnologia. O Japão está na vanguarda desse movimento na Ásia, repensando completamente a forma como gerencia seus dados e sua infraestrutura digital.

Por muitos anos, as empresas e os órgãos governamentais japoneses dependeram dos poderosos e inovadores serviços de nuvem de empresas americanas como Microsoft, Salesforce e Amazon Web Services. Essa parceria ajudou o Japão a se modernizar, mas também criou uma séria vulnerabilidade. O principal problema é uma lei dos EUA conhecida como CLOUD Act. Essa lei dá às autoridades dos EUA o poder de exigir dados de empresas de tecnologia americanas, independentemente do local do mundo onde esses dados estejam armazenados. Para o Japão, essa é uma grande preocupação. Isso significa que os dados privados de seus cidadãos, os segredos valiosos de suas empresas e até mesmo informações governamentais podem ser acessados de acordo com leis estrangeiras. Isso cria um conflito direto com as próprias leis e os interesses nacionais do Japão.

Em resposta, o governo japonês está tomando algumas medidas ousadas. Liderado por sua Agência Digital, o Japão está criando um novo tipo de nuvem soberana. O objetivo é colocar o controle doméstico, a segurança e a independência legal em primeiro lugar. Essa nova estratégia, apoiada por novas leis e uma clara preferência por parceiros de tecnologia locais e favoráveis à soberania, é uma grande mudança em relação aos negócios de sempre. O Japão está enviando uma mensagem clara: quando se trata de seus ativos digitais mais importantes, o país não está disposto a fazer concessões.

Essa grande mudança abre as portas para um novo tipo de parceiro tecnológico, que é construído desde o início com base na ideia de soberania de dados. Este artigo analisará o caminho do Japão para a independência digital, os riscos de se manter com os gigantes da tecnologia dos EUA e apresentará uma alternativa forte: InvestGlass, uma plataforma suíça de CRM e automação. Em uma época de incerteza digital, a segurança e a neutralidade de uma solução suíça oferecem às empresas japonesas um caminho seguro e confiável, que se encaixa perfeitamente na nova estratégia nacional do Japão.

A grande mudança do Japão: por que a soberania digital é uma necessidade, não uma possibilidade

A mudança do Japão para a soberania digital não se trata apenas de escolher uma nova tecnologia. É uma etapa necessária para proteger sua segurança nacional e sua economia. A principal preocupação vem das leis estrangeiras que podem ultrapassar as fronteiras, especialmente a Lei CLOUD dos EUA. Essa lei cria uma grande dor de cabeça jurídica porque permite que as autoridades policiais dos EUA exijam dados de empresas de tecnologia americanas, mesmo que esses dados estejam armazenados em servidores no Japão.

Esse é um risco que o Japão não está disposto a correr, especialmente porque o país valoriza muito a privacidade e a segurança de seus cidadãos e empresas. O problema é especialmente sério para o que o governo chama de setores “Seu dinheiro, sua vida”. Isso inclui dados financeiros confidenciais, registros privados de saúde e as informações confidenciais que mantêm o governo funcionando.

Os especialistas em segurança cibernética do Japão deixaram claro que o país precisa repensar a confiança que deposita em provedores de nuvem estrangeiros. Não se trata apenas de uma sugestão; é um chamado à ação.

Em resposta, o governo japonês, liderado por sua Agência Digital com visão de futuro, começou a fazer grandes mudanças. A agência agora está promovendo soluções locais, uma mudança importante em relação à sua dependência de longa data de provedores estrangeiros. Recentemente, ela escolheu a Sakura Internet, uma empresa de Osaka, para ser a principal fornecedora de seus serviços de nuvem do governo. Esse movimento para romper o domínio dos gigantes da tecnologia dos EUA envia uma forte mensagem. Como disse o Ministro Digital Taro Kono, isso abre a possibilidade real de uma nuvem governamental que é feita e gerenciada no Japão.

Essa nova direção é apoiada por políticas e regras sólidas. O governo está atualizando sua Lei de Segurança Econômica para impor regras mais rígidas aos data centers e provedores de nuvem que lidam com informações confidenciais, com o objetivo claro de impedir o acesso estrangeiro. Além disso, foi criado o Programa de Avaliação e Gerenciamento de Segurança de Sistemas de Informação (ISMAP). Esse programa estabelece altos padrões de segurança para qualquer serviço de nuvem utilizado pelo governo, garantindo que qualquer provedor, seja ele japonês ou estrangeiro, atenda aos rígidos requisitos de segurança e confiança do Japão.

Está claro o que está acontecendo: O Japão está construindo uma fortaleza digital. Para entrar, não é mais suficiente apenas ter uma ótima tecnologia. As empresas agora precisam provar que estão totalmente comprometidas com a soberania digital do Japão.

Os riscos de manter a maneira antiga: Por que o domínio da nuvem dos EUA é um problema para o Japão

Para as empresas japonesas, continuar a depender de plataformas de nuvem dos EUA, como Salesforce e Microsoft Azure, é um risco maior do que muitos imaginam. Embora essas plataformas sejam poderosas, suas configurações legais e operacionais não se alinham com a ideia de uma verdadeira soberania digital. Os riscos se dividem em algumas áreas principais:

1. Excesso de jurisdição e a Lei CLOUD:

O maior risco vem da Lei CLOUD dos EUA. Essa lei permite que as autoridades dos EUA exijam dados de empresas americanas, independentemente de onde esses dados estejam armazenados. Portanto, mesmo que uma empresa dos EUA armazene dados japoneses no Japão, ela ainda terá que seguir as ordens legais dos EUA. Isso cria um conflito direto com as próprias leis de proteção de dados do Japão e com o que seus cidadãos e órgãos reguladores esperam. Isso coloca as organizações japonesas em uma situação difícil, entre seguir a lei japonesa e estar sujeita à jurisdição dos EUA.

2. Interrupções de serviço e pressão política:

Confiar em apenas alguns provedores estrangeiros é arriscado. As empresas de tecnologia dos EUA podem ser forçadas por seus governos a interromper ou limitar os serviços a clientes internacionais por motivos políticos. Isso não é apenas uma possibilidade; já aconteceu antes. Para as empresas japonesas, isso significa que seu acesso a sistemas comerciais essenciais pode ser interrompido repentinamente devido a eventos políticos que não têm nada a ver com elas.

3. Controle de mercado e bloqueio:

O fato de algumas empresas americanas dominarem o mercado de nuvem também é um problema. Com empresas como Amazon, Microsoft e Google controlando a maior parte do mercado, as empresas japonesas podem ficar presas a ele. Contratos longos, software especializado e sistemas profundamente conectados tornam muito caro e difícil mudar para um provedor diferente. Isso reduz seu poder de barganha e pode desacelerar a inovação.

4. Um acordo de privacidade de dados instável:

Acordos como o EU-U.S. Data Privacy Framework foram criados para facilitar a transferência de dados, mas não são muito estáveis. Acordos anteriores foram rejeitados por tribunais europeus e multas enormes foram aplicadas a empresas por transferências ilegais de dados. Isso mostra que esses acordos podem ser anulados, deixando as empresas que dependem deles em uma bagunça jurídica. Para o Japão, esse é um alerta sobre os perigos de se confiar em acordos que podem ser facilmente prejudicados.

Todos esses riscos apontam para uma conclusão: para as empresas japonesas que desejam apoiar a meta de soberania digital de seu governo, a situação atual não está funcionando. É hora de adotar uma nova abordagem, baseada na verdadeira independência de dados.

A resposta suíça: Por que a InvestGlass é a escolha certa para um Japão soberano

Como as empresas japonesas e as agências governamentais procuram um parceiro tecnológico que possa oferecer recursos de primeira linha e segurança de dados sólida como uma rocha, uma plataforma baseada na Suíça chamada InvestGlass se destaca como a solução perfeita. Criada com base nos princípios da neutralidade suíça, em sólidas leis de proteção de dados e em um profundo respeito pela soberania, a InvestGlass oferece uma alternativa inovadora aos riscos dos serviços em nuvem baseados nos EUA.

A InvestGlass não é apenas mais uma opção fora dos EUA; ela foi projetada desde o início tendo em mente a soberania. Todo o seu sistema foi desenvolvido para oferecer aos clientes controle total sobre seus dados. Veja como a InvestGlass ajuda o Japão a resolver seus maiores desafios:

1. Liberdade em relação à Lei CLOUD e às exigências legais estrangeiras:

Como a InvestGlass é uma empresa suíça que utiliza infraestrutura suíça, ela não precisa seguir o CLOUD Act dos EUA. Essa é uma grande vantagem. Todos os dados que você confia à InvestGlass são protegidos pela lei suíça, que é famosa por suas rígidas regras de privacidade. Esse escudo legal mantém os dados japoneses a salvo do alcance das autoridades policiais dos EUA, oferecendo um nível de tranquilidade jurídica que os provedores dos EUA simplesmente não podem oferecer.

2. Opções de hospedagem flexíveis e soberanas:

A InvestGlass sabe que a verdadeira soberania significa ter opções. A plataforma oferece duas formas diferentes de hospedar seus dados, para que você possa escolher a que melhor atenda às suas necessidades no Japão:

-Hospedagem em nuvem na Suíça: Seus dados são armazenados em data centers altamente seguros na Suíça, um país conhecido por sua neutralidade política e excelente infraestrutura.

-Hospedagem no local: Para organizações que precisam do mais alto nível de segurança, como agências governamentais ou bancos, o InvestGlass pode ser instalado diretamente em seus próprios servidores no Japão. Isso lhe dá controle total e garante que as suas informações confidenciais nunca saiam do seu próprio prédio.

Essa flexibilidade permite que as organizações japonesas escolham a opção que atenda às suas necessidades de segurança e ao seu orçamento, sem ficarem presas a uma solução única para todos.

3. Uma plataforma completa e multifuncional:

Além de seus benefícios de segurança, o InvestGlass é uma ferramenta poderosa que simplifica seus negócios. Ela reúne tudo o que você precisa em um só lugar:

-CRM (Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente)

-PMS (Sistema de gerenciamento de portfólio)

-Integração digital

-Automação de marketing

-Um portal seguro para o cliente

Essa abordagem tudo-em-um significa que você não precisa fazer malabarismos com vários sistemas desconectados. Isso simplifica seu fluxo de trabalho e economiza seu dinheiro. Ao contrário de plataformas como a Salesforce, que podem se tornar caras com personalizações e complementos, a InvestGlass oferece um ambiente direto, sem código, que é poderoso e acessível.

4. Um bom ajuste aos valores japoneses:

A longa história de neutralidade, precisão e confiabilidade da Suíça é uma excelente combinação para a cultura comercial japonesa. Quando uma empresa japonesa escolhe um parceiro suíço como a InvestGlass, ela não está apenas comprando software. Ela está fazendo uma declaração sobre seu compromisso com a qualidade, a segurança e a estabilidade a longo prazo. Em um mundo cheio de incertezas políticas, a abordagem suíça à soberania digital é uma escolha segura e confiável.

Para as empresas japonesas que estão fazendo a mudança para uma nova era de independência digital, a InvestGlass é mais do que apenas uma alternativa. É um parceiro estratégico que oferece um caminho claro, seguro e soberano, perfeitamente alinhado com a visão do Japão para um futuro digital autossuficiente.

Conclusão: Um novo capítulo nas parcerias digitais

O movimento do Japão em direção à soberania digital é um importante ponto de virada em nosso mundo moderno. É um sinal claro de que, no século XXI, a força de uma nação está ligada à sua capacidade de controlar e proteger seu próprio espaço digital. Os dias em que se dependia simplesmente de gigantes estrangeiros da tecnologia estão chegando ao fim. Uma nova era que valoriza a segurança, a independência e a confiança está começando.

Para as empresas japonesas, este é um momento de desafios e oportunidades. Manter a maneira antiga traz riscos claros, como ficar exposto a leis estrangeiras, enfrentar interrupções repentinas nos serviços e perder o controle sobre seu ativo mais valioso: seus dados. A oportunidade está em adotar um novo tipo de parceria digital, que se baseia em uma crença compartilhada na soberania.

É nesse ponto que o modelo suíço e uma empresa como a InvestGlass oferecem um caminho promissor. Ao oferecer uma plataforma poderosa e completa que está profundamente comprometida com a proteção de dados e a hospedagem soberana, a InvestGlass fornece uma solução que não é apenas melhor tecnologicamente, mas também está em perfeita sintonia com as novas metas nacionais do Japão. Ela lhe dá a liberdade da nuvem sem forçá-lo a abrir mão do controle.

À medida que o Japão constrói seu futuro digital, as decisões que tomar agora moldarão as próximas décadas. Ao escolher um parceiro que respeite sua soberania, entenda seus valores e forneça as ferramentas para ter sucesso em um cenário global, as empresas japonesas podem fazer mais do que apenas se adaptar a essa nova realidade. Elas podem liderar o caminho. O futuro do Japão digital é soberano e, com parceiros como a InvestGlass, é um futuro seguro, próspero e verdadeiramente independente.

Conhecendo as regras: Uma rápida olhada nas leis de proteção de dados do Japão

Para entender realmente por que a mudança do Japão para a soberania digital é tão importante, é útil conhecer um pouco sobre as regras de proteção de dados do país. O Japão tem um sistema jurídico sólido para proteger informações pessoais e, ao mesmo tempo, permitir o uso inteligente de dados no mundo digital.

A Lei de Proteção de Informações Pessoais (APPI)

A principal lei que rege a proteção de dados no Japão é a Lei de Proteção de Informações Pessoais, ou APPI. Essa lei define as regras básicas de como as empresas podem coletar, usar e compartilhar dados pessoais. A APPI foi atualizada nos últimos anos para estar mais alinhada com os padrões globais, como o GDPR da Europa.

De acordo com a APPI, as empresas precisam obter permissão antes de coletar informações pessoais, ser claras sobre como as utilizarão e tomar medidas para mantê-las seguras. A lei também tem regras sobre o compartilhamento de dados pessoais com terceiros, especialmente ao enviá-los para outros países que podem não ter o mesmo nível de proteção.

Regras para o envio de dados entre fronteiras

Uma das partes mais importantes do sistema de proteção de dados do Japão é como ele lida com o envio de dados para outros países. A APPI não proíbe completamente o envio de dados para o exterior, mas exige que as proteções adequadas estejam em vigor. Isso geralmente significa que o país que recebe os dados deve ter leis de proteção de dados tão fortes quanto as do Japão.

É nesse ponto que as coisas ficam complicadas com os provedores de nuvem sediados nos EUA. Embora o Japão e os EUA tenham acordos de compartilhamento de dados, as leis dos EUA, como a CLOUD Act, criam dúvidas sobre se os dados enviados para empresas americanas estão realmente seguros de acordo com a lei japonesa.

Lei de Promoção da Segurança Econômica

Além da APPI, o Japão também tem a Lei de Promoção da Segurança Econômica. Essa lei considera a proteção de dados como uma questão de segurança nacional. Ela dá ao governo o poder de rotular determinados tipos de dados e infraestrutura como essenciais para a segurança do país e de definir regras adicionais para as empresas que lidam com eles.

De acordo com essa lei, os serviços em nuvem que gerenciam dados governamentais confidenciais ou informações sobre infraestruturas críticas passam por um exame minucioso. O governo pode exigir que esses serviços sejam fornecidos por empresas que atendam a padrões específicos de segurança e soberania. Esse é um dos principais motivos pelos quais um provedor doméstico como a Sakura Internet foi escolhido para os serviços de nuvem do governo.

ISMAP: O padrão ouro para segurança de nuvem governamental

O Programa de Avaliação e Gerenciamento da Segurança do Sistema de Informação, ou ISMAP, é a maneira que o Japão encontrou de criar um sistema rígido e padronizado para verificar a segurança dos serviços em nuvem usados pelo governo. Para obter a certificação ISMAP, os provedores de nuvem precisam provar que atendem a uma longa lista de requisitos de segurança, desde a criptografia de dados e o controle de acesso até a forma como lidam com incidentes de segurança.

Para as empresas japonesas, a certificação ISMAP é uma maneira útil de avaliar a segurança de um provedor de nuvem. Embora seja principalmente para contratos governamentais, muitas empresas privadas agora a utilizam como um guia para suas próprias decisões. Elas sabem que um provedor que atende aos altos padrões do governo provavelmente também será muito seguro para uso comercial.

Os três pilares da estratégia de nuvem soberana do Japão

O plano do Japão para criar uma nuvem soberana baseia-se em três ideias principais. Cada uma delas aborda uma parte diferente do quebra-cabeça da soberania. A compreensão desses pilares nos dá uma boa noção da estratégia geral do Japão e do que as organizações japonesas devem procurar em um parceiro de tecnologia.

Soberania técnica: Mantendo-a local

O primeiro pilar diz respeito à localização física da tecnologia. Isso significa que os data centers, os equipamentos de rede e os servidores que lidam com informações confidenciais devem estar localizados no Japão. Isso garante que os dados sejam cobertos pela lei japonesa e não possam ser acessados fisicamente por entidades estrangeiras sem passar pelos canais legais adequados no Japão.

A soberania técnica também inclui a cadeia de suprimentos de hardware e software. O Japão está cada vez mais preocupado com os riscos de segurança do uso de peças fabricadas no exterior, especialmente aquelas que podem ser influenciadas por governos estrangeiros. Isso levou a um impulso para desenvolver mais tecnologia doméstica, como semicondutores, e a ser mais cuidadoso na verificação de fornecedores estrangeiros de tecnologia.

Soberania operacional: Mantendo o controle em casa

O segundo pilar é sobre quem gerencia e executa a infraestrutura de nuvem. Mesmo que seus dados sejam armazenados em servidores no Japão, você ainda pode perder o controle se os sistemas forem gerenciados por pessoas sujeitas a leis estrangeiras ou que trabalhem em outros países.

Com a soberania operacional, a equipe japonesa deve ser responsável pelo gerenciamento diário dos sistemas de nuvem. Isso inclui o gerenciamento de chaves de criptografia, o monitoramento da atividade da rede e o tratamento das atualizações de segurança. Isso garante que o controle sobre os dados permaneça nas mãos dos japoneses o tempo todo e que entidades estrangeiras não possam entrar pela porta dos fundos.

Soberania financeira e de desenvolvimento: Construindo para o futuro

O terceiro pilar diz respeito à criação de um forte setor de tecnologia nacional. A verdadeira independência digital significa mais do que apenas apoiar os provedores locais de nuvem. Significa também investir em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias futuras, como inteligência artificial, computação quântica e segurança cibernética avançada.

O governo japonês está investindo muito dinheiro nesse esforço. Ele está fornecendo subsídios para provedores de nuvem nacionais e investindo em projetos de pesquisa nacionais. O objetivo é garantir que o Japão tenha as habilidades, as empresas e as tecnologias necessárias para permanecer digitalmente soberano a longo prazo, em vez de depender sempre da inovação estrangeira.

Comparando suas opções: InvestGlass vs. Provedores tradicionais de nuvem dos EUA

Para as empresas japonesas que estão tentando descobrir o próximo passo nesta nova era de soberania digital, é útil comparar as opções disponíveis lado a lado. Esta tabela mostra como a InvestGlass se compara aos fornecedores tradicionais de CRM e nuvem baseados nos EUA, como Salesforce e Microsoft Dynamics, concentrando-se no que é mais importante para a soberania dos dados.

RecursoInvestGlassSalesforce / Microsoft
Legislação aplicávelLei suíça; não sujeita à Lei CLOUD dos EUALei dos EUA; sujeito à Lei CLOUD e à Seção 702 da FISA
Hospedagem de dadosNuvem suíça ou no local, em seu próprio data centerPrincipalmente a nuvem controlada pelos EUA; opções limitadas no local
Localização dos dadosSuporte total para manter os dados na Suíça ou em um local de sua escolhaOs dados podem ser armazenados em vários locais globais com controle limitado
Chaves de criptografiaVocê os controla ou eles são gerenciados na SuíçaO provedor os controla e está sujeito às exigências legais dos EUA
Ajuste regulatórioProjetado para GDPR, Swiss FADP e regras focadas na soberaniaProjetado principalmente para o ambiente regulatório dos EUA
Risco de ficar trancadoArquitetura aberta; preço modular; fácil de mover seus dadosSistema proprietário; integrações complexas; altos custos para mudar
Risco políticoJurisdição suíça neutra; sem histórico de restrições de serviçoSujeito a controles de exportação, sanções e pressão política dos EUA
CustoPreços transparentes e modulares; você paga pelo que precisaPreços escalonados; custos extras para personalização e aplicativos de terceiros

Essa comparação deixa claras as diferenças. Embora os provedores dos EUA ofereçam muitos recursos e alcance global, eles não podem oferecer a segurança jurídica e operacional que as empresas e os órgãos reguladores japoneses estão exigindo agora. Uma plataforma focada na soberania, como a InvestGlass, por outro lado, foi criada para essa nova realidade.

Como diferentes setores no Japão podem se beneficiar do InvestGlass

As vantagens de uma solução de CRM soberano como a InvestGlass não são apenas para um tipo de negócio. Muitos setores diferentes podem se beneficiar, especialmente porque enfrentam novos desafios na era da soberania digital. Veja a seguir como alguns setores-chave da economia japonesa podem usar o InvestGlass para atender às suas necessidades operacionais e de proteção de dados.

Serviços financeiros

O setor financeiro do Japão é um dos mais regulamentados do mundo. Bancos, empresas de investimento e seguradoras precisam seguir regras rígidas sobre proteção de dados, privacidade do cliente e estabilidade operacional. Eles lidam com uma enorme quantidade de dados pessoais e financeiros confidenciais, o que os torna um dos principais alvos de ataques cibernéticos e auditorias governamentais.

A InvestGlass oferece uma plataforma desenvolvida especificamente para o setor financeiro. Seu sistema integrado de gerenciamento de portfólio ajuda os gerentes de patrimônio a acompanhar os investimentos dos clientes e a criar relatórios compatíveis. Seu integração digital facilitam a inscrição de novos clientes, seguindo todas as regras necessárias de Know Your Customer (KYC) e Anti-Money Laundering (AML). O mais importante é que as opções de hospedagem soberana da plataforma garantem que os dados dos clientes estejam protegidos contra exigências legais estrangeiras, proporcionando aos reguladores e clientes japoneses a tranquilidade de que precisam.

Saúde e Ciências da Vida

O setor de saúde lida com algumas das informações mais privadas que existem, incluindo registros médicos, dados genéticos e informações sobre saúde mental. No Japão, esses dados são protegidos por leis rigorosas, e o governo está planejando tornar essas proteções ainda mais fortes devido a preocupações com o acesso estrangeiro.

Para as organizações de saúde, a InvestGlass oferece uma plataforma segura para gerenciar relacionamentos com pacientes, coordenar cuidados e conduzir pesquisas. As opções flexíveis de hospedagem da plataforma permitem que os prestadores de serviços de saúde mantenham os dados dos pacientes em seus próprios servidores, garantindo o cumprimento até mesmo dos requisitos mais rigorosos de localização de dados. Seus recursos de automação também podem ajudar a simplificar as tarefas administrativas, o que libera mais tempo para o atendimento ao paciente.

Governo e setor público

As agências governamentais estão liderando o movimento de soberania digital do Japão. Elas enfrentam o difícil desafio de equilibrar a necessidade de serviços digitais modernos e eficientes com a necessidade de proteger dados nacionais confidenciais. A escolha da Sakura Internet para os serviços de nuvem do governo mostra como isso é importante, mas as agências governamentais também precisam de ferramentas de CRM e automação que atendam aos mesmos altos padrões.

A InvestGlass é uma ótima opção para clientes do governo. Ela oferece uma plataforma que pode ser instalada no local em centros de dados do governo ou hospedada em uma nuvem suíça segura. Seus recursos de personalização sem código permitem que as agências adaptem a plataforma às suas necessidades específicas sem precisar de muita ajuda técnica. Ao mesmo tempo, seus sólidos recursos de segurança garantem que ela atenda ao ISMAP e a outros padrões de segurança do governo.

Perguntas frequentes

1. O que é a soberania digital e por que ela é importante para o Japão?

Pense na soberania digital como a capacidade de um país de controlar seu próprio mundo digital, incluindo seus dados, infraestrutura e tecnologia, sem que outros países ou grandes corporações tomem as rédeas. Trata-se de um grande negócio para o Japão, pois o país quer garantir que as informações confidenciais sobre seu povo, suas empresas e seu governo estejam a salvo de exigências legais estrangeiras, como as da Lei CLOUD dos EUA. Também se trata de impulsionar a economia do próprio Japão por não ser tão dependente da tecnologia estrangeira.

2. O que é o U.S. CLOUD Act e como ele afeta as empresas japonesas?

O U.S. CLOUD Act é uma lei que permite que as autoridades americanas exijam dados de empresas de tecnologia sediadas nos EUA, independentemente de onde esses dados estejam armazenados no mundo. Se uma empresa japonesa usar um provedor de nuvem dos EUA, seus dados poderão ser acessados pelas autoridades dos EUA sem que o governo japonês saiba. Isso cria um conflito com as próprias regras de privacidade de dados do Japão.

3. O que o governo japonês está fazendo em relação à soberania digital?

O governo japonês está levando isso muito a sério. Ele está promovendo provedores de nuvem locais, como a Sakura Internet, para uso do governo, atualizando sua Lei de Segurança Econômica para impor regras mais rígidas aos data centers e às empresas de nuvem, e criou o programa de certificação ISMAP para garantir que os serviços de nuvem atendam a altos padrões de segurança.

4. Por que a Suíça é um bom lugar para a soberania de dados?

A Suíça tem muito a seu favor quando se trata de soberania de dados. Ela tem leis sólidas de proteção de dados, um longo histórico de neutralidade política e uma cultura que valoriza a privacidade. As empresas suíças não precisam seguir a Lei CLOUD dos EUA, o que torna a Suíça um local seguro para organizações que desejam proteger seus dados de demandas legais estrangeiras.

5. O que é o InvestGlass e como ele ajuda na soberania dos dados?

A InvestGlass é uma empresa suíça que fornece uma plataforma de CRM e automação. Ela foi criada tendo em mente a soberania dos dados desde o início. Ela oferece opções flexíveis de hospedagem, como armazenar seus dados na nuvem suíça ou em seus próprios servidores no Japão. Como a InvestGlass é uma empresa suíça, ela não está sujeita à Lei CLOUD dos EUA, o que lhe dá uma proteção legal contra solicitações de dados estrangeiras.

6. Qual é a diferença entre o InvestGlass e o Salesforce e o Microsoft Dynamics?

Ao contrário da Salesforce e da Microsoft Dynamics, que são empresas americanas e precisam seguir as leis dos EUA, a InvestGlass tem sede na Suíça e é regida pela lei suíça. Essa é uma grande vantagem para a soberania dos dados. A InvestGlass também lhe oferece opções de hospedagem mais flexíveis, inclusive no local, e tem um sistema de preços mais simples e modular.

7. Posso usar o InvestGlass em meus próprios servidores no Japão?

Sim, você pode. A InvestGlass pode ser instalada no local, em seu próprio centro de dados no Japão. Isso lhe proporciona o mais alto nível de controle e garante que suas informações confidenciais nunca saiam de sua própria infraestrutura. Essa é uma ótima opção para agências governamentais, bancos e outras organizações com necessidades de segurança muito rigorosas.

8. Que tipos de setores podem usar o InvestGlass?

A InvestGlass é uma boa opção para muitos setores, incluindo finanças, saúde, governo, seguros e hotelaria. Basicamente, qualquer organização que lide com dados confidenciais e esteja preocupada com a soberania dos dados pode se beneficiar da plataforma segura e soberana da InvestGlass.

9. A InvestGlass segue as regras japonesas de proteção de dados?

A InvestGlass foi projetada para ajudá-lo a cumprir uma ampla gama de regulamentos de proteção de dados, incluindo o GDPR da Europa e o FADP da Suíça. Suas opções flexíveis de hospedagem e fortes recursos de segurança o tornam uma ótima opção para atender aos requisitos das leis japonesas, como a APPI. Seu sistema foi desenvolvido para suportar a localização de dados e os controles de segurança que os reguladores japoneses querem ver.

10. Como minha empresa pode começar a usar o InvestGlass?

Se você é uma empresa japonesa interessada em saber mais sobre a InvestGlass, pode solicitar uma demonstração no site da empresa. A equipe da InvestGlass pode conversar com você sobre suas necessidades específicas e mostrar como a plataforma pode ajudar. Eles também podem orientá-lo no processo de configuração, quer você opte por usar a hospedagem suíça na nuvem ou instalá-la em seus próprios servidores.

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