Impactos econômicos da soberania de dados na Ásia em 2024: O que você precisa saber
Em 2024, a soberania dos dados reformulará a economia da Ásia. Os países estão impondo regulamentações de dados mais rígidas, levando a custos de conformidade mais altos e novas normas operacionais para as empresas. Este artigo analisa os impactos econômicos da soberania de dados na Ásia em 2024, destacando as mudanças regulatórias, os desafios específicos do setor e as compensações entre segurança de dados e inovação.
A soberania dos dados refere-se ao conceito de que os dados estão sujeitos às leis e às estruturas de governança da nação em que são coletados. Esse princípio está se tornando cada vez mais significativo à medida que as nações se esforçam para proteger sua infraestrutura digital contra ameaças externas e para afirmar o controle sobre seus dados. A região da Ásia-Pacífico, com suas diversas economias e rápidos avanços tecnológicos, está na vanguarda desse movimento. Os governos estão reformulando suas políticas para garantir que os dados gerados dentro de suas fronteiras permaneçam sob sua jurisdição, o que leva a uma cascata de implicações econômicas. De acordo com um relatório recente da IDC, a importância econômica e normativa da soberania de dados na Ásia deve se intensificar em 2024, pois os governos priorizam a autodeterminação digital e a conformidade com as leis de proteção de dados em evolução.
A pressão pela soberania dos dados não é apenas uma questão de segurança nacional, mas também uma estratégia econômica. Ao controlar os fluxos de dados, os países podem fomentar os setores locais, incentivar a inovação doméstica e criar uma vantagem competitiva no mercado global. No entanto, essa mudança também traz desafios, como o aumento dos custos para as empresas cumprirem as diversas regulamentações locais e a necessidade de investimentos significativos na infraestrutura de dados local. Os principais fatores por trás dessa tendência incluem interrupções geopolíticas, um cenário regulatório em evolução, crescentes ameaças cibernéticas e a crescente demanda dos governos por soberania na nuvem e conformidade com as leis de proteção de dados.
Este artigo explorará essa dinâmica, fornecendo insights sobre como as empresas podem navegar no cenário em evolução da soberania de dados na Ásia. Desde a compreensão das mudanças regulatórias até a abordagem dos desafios específicos do setor, examinaremos as compensações entre garantir a segurança dos dados e promover a inovação. Para obter mais análises especializadas sobre as estratégias governamentais e os impactos econômicos da soberania dos dados, os leitores podem consultar os insights governamentais da IDC Ásia. Ao final deste artigo, os leitores terão uma compreensão abrangente dos impactos econômicos da soberania dos dados na Ásia em 2024 e nos anos seguintes.
Principais conclusões
- Os governos da região Ásia-Pacífico estão adotando cada vez mais princípios de soberania digital para proteger a infraestrutura digital nacional contra o aumento das ameaças cibernéticas e eventos geopolíticos, o que resulta em mudanças nas prioridades de investimento em tecnologia e nas estruturas regulatórias. Estabelecer a estrutura correta é fundamental para o sucesso dessas iniciativas de soberania digital.
- As soluções de nuvem soberanas, projetadas para atender a requisitos regulatórios e de segurança de dados precisos, estão se tornando essenciais para garantir a residência e a conformidade dos dados, com uma adoção significativa planejada entre agências governamentais e setores altamente regulamentados até 2025. Essas soluções devem ser específicas da estrutura, adaptadas às necessidades operacionais e regulatórias exclusivas de cada país.
- As empresas enfrentam desafios como altos custos de implementação e escassez de profissionais qualificados na integração de nuvens soberanas, mas precisam manter um equilíbrio delicado entre conformidade normativa, inovação e fronteiras digitais abertas para prosperar no cenário em evolução da soberania de dados.
Impactos econômicos da soberania de dados na Ásia em 2024: O que você precisa saber
Eventos geopolíticos globais e um aumento notável de ataques cibernéticos direcionados à infraestrutura digital nacional estão impulsionando o impulso para a soberania digital na região da Ásia-Pacífico. Essa tendência está reformulando a forma como os governos priorizam seus investimentos em tecnologia e estruturas regulatórias. Por exemplo, 79% dos órgãos governamentais planejam alterar ou revisar suas estratégias e operações de tecnologia em resposta aos recentes eventos econômicos e geopolíticos.
As nuvens soberanas, projetadas para atender aos rigorosos requisitos regulatórios e de segurança de dados de países ou regiões específicas, tornaram-se essenciais nessa transição. Essas nuvens garantem a residência dos dados dentro de limites geográficos específicos, protegendo dados confidenciais e cumprindo as normas locais. A mudança para nuvens soberanas não se trata apenas de conformidade, mas também de proteção contra ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas e direcionadas.
Do ponto de vista do governo, a soberania digital tem várias camadas e é estratégica, abrangendo várias dimensões que são essenciais para os interesses nacionais. Abordar a soberania digital na região da Ásia-Pacífico envolve mais do que apenas a soberania dos dados. Ela inclui os seis atributos da soberania digital:
- Dados
- Técnica
- Operacional
- Garantia
- Cadeia de suprimentos
- Aspectos geopolíticos
A IDC define a soberania digital como uma estrutura que incorpora esses seis atributos, destacando sua importância estratégica para os órgãos governamentais no gerenciamento de investimentos em tecnologia, dados e considerações geopolíticas.
Essa abordagem abrangente garante a capacidade de autodeterminação digital de uma nação, contribuindo para uma economia digital próspera. Diferentes governos têm considerado a soberania digital em seu planejamento estratégico e formulação de políticas, moldando a forma como abordam a segurança nacional, o desenvolvimento da economia digital e as prioridades regulatórias.
Introdução
Os impactos econômicos da soberania de dados na Ásia para 2024 influenciam vários setores, inclusive tecnologia e regulamentações. Os governos estão buscando a soberania digital para proteger suas economias e interesses nacionais contra ameaças cibernéticas e questões geopolíticas. Cada vez mais, as aspirações digitais dos governos estão moldando sua abordagem à soberania dos dados, alinhando as metas nacionais com ambições mais amplas de inovação e autossuficiência.
O desenvolvimento de habilidades é fundamental para essa transição. Tanto os governos quanto as empresas estão investindo em treinamento e infraestrutura para criar soberania digital e enfrentar os desafios da soberania de dados. Os gerentes precisam equilibrar a conformidade regulamentar com a inovação para ter sucesso nesse novo ambiente.
Esta postagem do blog explorará como os fluxos globais de informações estão mudando devido a essas alterações. Ele abordará os motivos por trás da soberania digital, seus efeitos econômicos sobre as empresas e as mudanças tecnológicas necessárias para a conformidade, incluindo a necessidade de as organizações atualizarem sua estratégia tecnológica para se alinharem aos novos requisitos de soberania de dados. Os leitores obterão insights para navegar no cenário em evolução da soberania de dados na Ásia.
Aumento da soberania dos dados na Ásia-Pacífico
O aumento dos ataques cibernéticos e dos eventos globais levou ao crescimento da soberania de dados na região da Ásia-Pacífico. Os governos da região Ásia-Pacífico estão liderando o impulso para a soberania digital, vendo-a como uma forma de proteger sua infraestrutura digital nacional contra ameaças externas.
A soberania digital envolve mais do que apenas dados. Ela abrange seis áreas principais:
- Dados
- Técnica
- Operacional
- Garantia
- Cadeia de suprimentos
- Aspectos geopolíticos
Essa abordagem ajuda as nações a controlar e proteger seus ativos digitais, apoiando uma economia digital forte.
As soluções de nuvem soberana, uma forma de soberania da nuvem, são cruciais para esse esforço. Essas nuvens atendem às rigorosas demandas regulatórias e de segurança de dados, garantindo que os dados permaneçam dentro de limites geográficos específicos. No início de 2023, 17% de agências governamentais na região da Ásia-Pacífico usavam nuvens soberanas, com 30% planejando adotá-las até 2025.
Os primeiros usuários dos setores governamental, de saúde e de serviços públicos - setores com grandes necessidades regulatórias e de conformidade - estão testando soluções de nuvem soberana para atender às leis de residência de dados e se preparar para as mudanças regulatórias no futuro.
Os governos da região estão ajustando seus investimentos em tecnologia e regulamentações para apoiar a soberania digital. Os provedores de tecnologia estão muito concentrados em atender aos requisitos regionais de conformidade e soberania de dados. Eles estão investindo em data centers e formando parcerias para aprimorar seus recursos digitais. Isso ajuda a criar um ambiente em que a soberania digital pode crescer e, ao mesmo tempo, manter as fronteiras digitais abertas para o compartilhamento de dados.
Implicações econômicas para as empresas
A soberania dos dados apresenta desafios e oportunidades para as empresas. Os principais problemas são os altos custos e a escassez de profissionais qualificados. Aproximadamente 40% das organizações estão preocupadas com as altas despesas e a falta de conhecimento especializado necessário para implementar nuvens soberanas. A soberania dos dados está influenciando cada vez mais as decisões de investimento empresarial em tecnologia e infraestrutura, à medida que as organizações buscam se alinhar aos requisitos regulatórios e de segurança nacional.
Para gerenciar a soberania dos dados, as empresas precisam colaborar com diferentes departamentos, como:
- Segurança de TI
- Legal
- Aquisição
- Gerenciamento de riscos
É essencial equilibrar a conformidade com a inovação. As empresas devem aderir às leis locais sem prejudicar sua capacidade de inovar.
As empresas globais da região Ásia-Pacífico estão reavaliando suas estratégias de nuvem devido às nuvens soberanas, pois a soberania digital ajuda a moldar as prioridades de investimento em tecnologia na região. Na Austrália, 64% de organizações estão considerando essas estratégias, o que é maior do que a média global de 52%.
As organizações do setor público também são afetadas. Cerca de 48% dessas organizações na região da Ásia-Pacífico planejam adotar nuvens soberanas no próximo ano, destacando a crescente importância das soluções de nuvem localizadas. Muitas estão recorrendo a uma solução digital soberana para atender às necessidades de conformidade e segurança.
Impacto nos provedores de tecnologia
À medida que os provedores de tecnologia se adaptam à crescente demanda por soberania de dados, eles enfrentam desafios significativos. Os provedores de serviços de nuvem estão expandindo seus serviços de nuvem e instalando data centers em várias regiões do mundo para atender aos requisitos de soberania de dados. Empresas líderes como AWS, Azure e GCP estão liderando esse esforço, criando data centers locais para cumprir as regulamentações regionais.
Algumas estratégias que esses grandes provedores usam para atender aos requisitos de soberania de dados incluem:
- Parceria com empresas locais para estabelecer joint ventures ou instalações compartilhadas
- Combinação de conhecimento tecnológico com aderência às normas locais
- Suporte à criptografia de dados
- Garantir que as estratégias de backup estejam em conformidade com as leis regionais de armazenamento de dados
Em geral, um gerente sênior supervisiona a conformidade e as operações regionais, garantindo que todas as estratégias estejam alinhadas aos objetivos corporativos e às exigências legais locais.
As complexidades das estratégias de nuvem híbrida apresentam outro desafio para os provedores de tecnologia. Cada implementação deve estar em conformidade com as restrições legais locais, exigindo que as empresas considerem cuidadosamente onde os dados são armazenados e as leis aplicáveis. Isso exige um sólido entendimento das normas regionais e uma abordagem flexível para a adaptação da tecnologia.
Um líder de pesquisa do setor público desempenha um papel crucial na orientação das estratégias dos provedores de tecnologia para a soberania digital, especialmente ao moldar as decisões de investimento e apoiar o desenvolvimento de estruturas que abordam desafios regionais e geopolíticos.
Motivações e políticas governamentais
Os governos estão defendendo a soberania digital para proteger a segurança nacional e os interesses econômicos. O aumento dos ataques cibernéticos à infraestrutura digital nacional é um fator importante para essa mudança. As motivações dos governos incluem a resposta a prioridades estratégicas e fatores geopolíticos, que influenciam a adoção de soluções de soberania digital e de nuvem soberana. Para combater essas ameaças, os governos estão revisando seus investimentos em tecnologia e suas regulamentações.
De acordo com um relatório da IDC, 79% das agências governamentais planejam rever suas estratégias de tecnologia em resposta aos recentes eventos econômicos e geopolíticos. Essa abordagem proativa, apoiada por insights do governo sobre investimentos em tecnologia e mudanças nas políticas, tem como objetivo criar economias digitais resilientes capazes de suportar pressões externas.
O desenvolvimento de habilidades também é fundamental. Os governos estão investindo em treinamento para enfrentar os desafios da soberania digital. As agências governamentais de AP desempenham um papel fundamental na implementação de iniciativas de soberania digital, ajustando suas políticas e infraestrutura para alcançar a autodeterminação digital e, ao mesmo tempo, equilibrar a segurança nacional com o compartilhamento de dados transfronteiriços para apoiar a inovação e o comércio.
Muitas agências estão agora concentrando seus investimentos em tecnologia na soberania digital. Elas estão estabelecendo estruturas regulatórias sólidas e formando parcerias para aprimorar seus recursos digitais. De acordo com os órgãos governamentais entrevistados na pesquisa da IDC, essas estratégias são fundamentais para promover o crescimento da soberania digital.
Estudos de caso das soluções Sovereign Cloud
Até 2025, cerca de 40% de agências governamentais na região da Ásia-Pacífico estarão usando soluções de nuvem soberanas. Essas soluções aumentam a segurança e a eficiência, principalmente em setores como governo, saúde e serviços públicos. No entanto, a implementação de soluções de nuvem soberana geralmente significa envolver compromissos entre segurança, conformidade e eficiência operacional.
No início de 2023, 17% de agências governamentais da região já estavam utilizando nuvens soberanas, com mais 30% planejando adotá-las até 2025. Essas nuvens garantem que os dados confidenciais permaneçam dentro das fronteiras nacionais, cumprindo assim as leis locais e aumentando a segurança dos dados, ao mesmo tempo em que abordam as várias camadas da soberania digital, como gerenciamento de dados, infraestrutura técnica e procedimentos operacionais.
As empresas de setores altamente regulamentados, como saúde e finanças, também dependem de nuvens soberanas para atender aos rigorosos requisitos de residência de dados. Essas soluções as ajudam a aderir às normas e, ao mesmo tempo, a manter o controle sobre seus dados.
Esses estudos de caso destacam a importância crescente das nuvens soberanas para alcançar a soberania digital e garantir a segurança dos dados. Além disso, a adoção da nuvem soberana apoia o desenvolvimento de economias autossustentáveis na região, promovendo a independência e a resiliência digital.
Desafios e oportunidades no compartilhamento de dados entre fronteiras
O compartilhamento transfronteiriço de dados é vital para setores como o de estudos clínicos, que exigem dados de várias regiões, e para o acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). No entanto, ele enfrenta desafios significativos. As interrupções nos fluxos de dados transfronteiriços podem ter efeitos de longo alcance na economia global, especialmente em setores interconectados como finanças, cadeia de suprimentos e saúde.
Um dos principais problemas são as diferentes regulamentações em um país devido aos silos digitais entre os órgãos reguladores. Isso resulta em problemas de transparência legal devido a requisitos regulatórios complexos. Por exemplo, na América do Sul, a infraestrutura do data center enfrenta vulnerabilidades únicas devido a secas severas, inundações e restrições de recursos, que são agravadas por riscos regulatórios. Mudanças frequentes nesses requisitos aumentam os custos para as empresas envolvidas no compartilhamento de dados entre fronteiras.
A definição pouco clara de transferências internacionais e dados pessoais dificulta a conformidade para as empresas. Diferentes sistemas jurídicos para a transferência de informações pessoais criam problemas para o desenvolvimento global de software e produtos. Equilibrar os interesses nacionais com a necessidade de abertura das fronteiras digitais é fundamental para uma economia digital forte.
Na região da Ásia-Pacífico, a soberania digital significa equilibrar a adaptação tecnológica, o desenvolvimento de habilidades e o compartilhamento de dados entre fronteiras, considerando a segurança nacional, a inovação e o comércio. Alcançar esse equilíbrio é fundamental para um ecossistema digital próspero. Embora muitas vezes envolva compromissos, é essencial para manter um cenário digital seguro e próspero.
O papel da InvestGlass na navegação da soberania dos dados
A InvestGlass, uma plataforma suíça baseada em nuvem, ajuda as empresas a gerenciar as complexidades da soberania dos dados. Ela oferece uma série de recursos para garantir a conformidade e aumentar a eficiência:
- Ferramentas de automação de vendas: Essas ferramentas otimizam o processo de vendas, permitindo que as empresas gerenciem e acompanhem suas atividades de vendas de forma eficaz.
- Solução de CRM: Um CRM personalizável que pode ser adaptado a necessidades comerciais específicas, permitindo que as empresas gerenciem melhor seus relacionamentos e dados com os clientes.
- Integração digital ferramentas: Essas ferramentas coletam dados por meio de formulários digitais, simplificando o processo para novos clientes e garantindo uma coleta de dados eficiente e em conformidade.
- Pesquisas direcionadas: Essas pesquisas ajudam as empresas a obter insights valiosos de seus clientes, melhorando sua compreensão das necessidades e preferências dos clientes.
Uma das principais características da InvestGlass é sua ênfase na segurança e conformidade dos dados. A plataforma hospeda dados em servidores suíços localizados em Genebra, com uma opção de hospedagem no local para grandes empresas. Isso garante que todos os dados sejam armazenados com segurança na Suíça, proporcionando um ambiente de conformidade para empresas que priorizam a independência geopolítica.
A InvestGlass também inclui várias ferramentas de marketing que usam inteligência artificial para fornecer insights mais profundos sobre clientes potenciais e clientes. A plataforma ajuda a gerenciar pipelines de vendas, organizar leads e negócios e automatizar fluxos de trabalho com uma API aberta. Esses recursos tornam a InvestGlass uma ferramenta valiosa para empresas que desejam simplificar suas operações e, ao mesmo tempo, garantir a conformidade com os requisitos de soberania de dados.
Tendências e previsões futuras
Olhando para o futuro, várias tendências estão definidas para moldar o futuro da soberania de dados na Ásia. Espera-se que o armazenamento descentralizado de dados ganhe popularidade, oferecendo aos indivíduos maior controle sobre suas informações pessoais. Essa abordagem aumenta a segurança e a privacidade, alinhando-se aos objetivos da soberania digital. De acordo com os insights da IDC Asia Pacific, as tendências futuras em soberania de dados serão impulsionadas pela evolução dos cenários regulatórios e pelos avanços tecnológicos.
Prevê-se a expansão de tecnologias que aumentam a privacidade, como a computação segura de várias partes e o aprendizado federado. Conforme observado pela IDC Ásia-Pacífico, essas tecnologias permitem que a inteligência artificial opere com dados sem comprometer a privacidade, garantindo que as informações confidenciais permaneçam protegidas. Além disso, é provável que as práticas éticas de IA, incluindo a detecção de preconceitos e a coleta responsável de dados, se tornem padrão.
Embora não surja uma estrutura global de privacidade de dados, as regulamentações regionais provavelmente influenciarão umas às outras, estabelecendo padrões básicos para a proteção de dados. Essas tendências orientarão os investimentos em tecnologia e as mudanças regulatórias, contribuindo para o desenvolvimento de uma economia digital robusta na região da Ásia-Pacífico. A soberania digital exige uma adaptação contínua às mudanças regulatórias e tecnológicas para garantir a resiliência e a conformidade de longo prazo.
Resumo
Em resumo, a pressão pela soberania dos dados na região da Ásia-Pacífico é impulsionada por eventos geopolíticos e ameaças cibernéticas. A IDC revelou as principais tendências e estratégias em soberania digital para a região da Ásia-Pacífico, destacando as várias camadas e complexidades envolvidas. Os governos estão reformulando suas prioridades de investimento em tecnologia e estruturas regulatórias para garantir a soberania digital. Essa mudança tem implicações econômicas significativas para empresas e provedores de tecnologia, exigindo que eles se adaptem a novos padrões de conformidade.
À medida que o cenário continua a evoluir, as empresas precisam enfrentar os desafios e as oportunidades apresentados pela soberania dos dados. Com o apoio de plataformas como a InvestGlass, as organizações podem obter conformidade e simplificar suas operações. O futuro da soberania dos dados na Ásia promete ser dinâmico e transformador, promovendo uma economia digital segura e próspera.
10 perguntas frequentes sobre risco de soberania na nuvem e DORA
1. O que é o risco de soberania da nuvem?
Resposta: O risco de soberania da nuvem surge quando dados confidenciais de negócios ou de clientes são armazenados ou processados em jurisdições com leis ou regulamentações conflitantes. Isso pode levar à não conformidade com as regras europeias, como GDPR ou DORA.
Solução InvestGlass: A InvestGlass oferece um Nuvem soberana hospedada na Suíça - garantindo que os dados permaneçam sob jurisdição europeia e alinhados com os requisitos regulatórios.
2. Como a DORA se relaciona com o risco de soberania?
Resposta: O DORA exige que as entidades financeiras protejam a resiliência operacional, especialmente em serviços de TI e de terceiros. Confiar em provedores de nuvem não pertencentes à UE ou multijurisdicionais aumenta os riscos à soberania.
Solução InvestGlass: Nossa plataforma é executada em um Infraestrutura totalmente europeia com fortes controles de conformidade, ajudando as empresas a atender aos requisitos do DORA sem depender de hiperescaladores fora da UE.
3. Por que o risco de soberania é fundamental para as instituições financeiras?
Resposta: A não conformidade com as regras de soberania pode resultar em multas, danos à reputação e perda da confiança do cliente. Os órgãos reguladores estão cada vez mais focados em Onde os dados residem e quem os controla.
Solução InvestGlass: Ao escolher a InvestGlass, as instituições garantem que residência de dados e direitos de acesso permanecer em conformidade com os padrões regulatórios da Suíça e da UE.
4. Quais são os riscos dos provedores de nuvem não soberanos?
Resposta: Os riscos incluem a divulgação forçada de dados de acordo com as leis estrangeiras (por exemplo, a Lei CLOUD dos EUA), a dependência do fornecedor e a exposição a sanções ou decisões políticas fora da UE.
Solução InvestGlass: InvestGlass é neutro em relação ao fornecedor e construído em um nuvem soberana, A empresa tem um sistema de controle de acesso, protegendo seus clientes de acesso extraterritorial e interferência política.
5. Como a InvestGlass ajuda na conformidade com o DORA?
Resposta: O DORA exige o monitoramento dos riscos de ICT de terceiros e a garantia da continuidade do serviço.
Solução InvestGlass: Com trilhas de auditoria, fluxos de trabalho de automação e monitoramento integrado, Com o InvestGlass, a documentação, a supervisão e a resiliência são compatíveis com as obrigações do DORA.
6. O risco de soberania pode afetar a confiança do cliente?
Resposta: Sem dúvida. Os clientes esperam que seus dados financeiros confidenciais estejam seguros e em conformidade. As violações de soberania podem corroer a confiança e causar o desgaste do cliente.
Solução InvestGlass: O portal do cliente de marca branca mostra transparência e controle, assegurando aos clientes que seus dados permanecem seguros em uma jurisdição regulamentada.
7. Qual é a função da localização de dados na redução do risco de soberania?
Resposta: A localização de dados garante que as informações sejam armazenadas e processadas dentro de fronteiras compatíveis, minimizando a exposição a riscos jurisdicionais estrangeiros.
Solução InvestGlass: A InvestGlass oferece Data centers hospedados na Suíça com backups localizados, garantindo a conformidade com GDPR e DORA.
8. Como a dependência do fornecedor aumenta o risco de soberania?
Resposta: A forte dependência de hiperescaladores globais cria risco de concentração e controle limitado sobre os termos de serviço.
Solução InvestGlass: O design modular e que prioriza a API reduz o aprisionamento e permite que as instituições integrem a infraestrutura soberana com flexibilidade.
9. Como o InvestGlass aborda a resiliência operacional nos termos do DORA?
Resposta: A resiliência operacional exige que as instituições se preparem para as interrupções de TIC.
Solução InvestGlass: Com planejamento de continuidade de negócios, fluxos de trabalho automatizados e painéis de monitoramento, O InvestGlass permite que as empresas se adaptem e se recuperem rapidamente de interrupções.
10. Por que uma abordagem soberana em primeiro lugar é o futuro?
Resposta: Com a crescente pressão regulatória, as organizações precisam garantir que os serviços em nuvem estejam alinhados com os princípios europeus de soberania digital.
Solução InvestGlass: Ao adotar um Plataforma europeia soberana em primeiro lugar, Com o sistema de gerenciamento de riscos, as empresas podem garantir a conformidade à prova do futuro e proteger a confiança do cliente contra riscos crescentes de soberania e resiliência.