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Navegando no labirinto da soberania digital da Coreia: por que uma abordagem suíça é a estratégia vencedora

Soberania digital da Coreia

Em nosso mundo orientado por dados, a ideia de soberania digital, que é o direito de uma nação de controlar seu próprio futuro digital, passou de um tópico de nicho para uma peça central da estratégia de negócios global. Essa mudança é especialmente clara na Coreia do Sul, um país famoso por sua incrível conectividade e liderança tecnológica. Como uma das principais nações digitais, a Coreia está implementando leis rigorosas para proteger os dados de seus cidadãos e assumir o controle de sua infraestrutura digital. Isso cria uma situação complicada para as empresas do país, principalmente para aquelas que dependem de grandes provedores de nuvem dos EUA, como Salesforce e Microsoft.

Embora esses gigantes tecnológicos americanos tenham plataformas poderosas, eles operam de acordo com as leis dos EUA, que podem entrar em conflito com as rígidas regras de soberania de dados de outros países. Este artigo mergulha no complexo mundo da soberania digital na Coreia do Sul. Analisaremos os desafios enfrentados pelos serviços de nuvem dos EUA e apresentaremos uma alternativa atraente: uma solução baseada na Suíça. Mostraremos por que a InvestGlass, uma plataforma criada com base nos princípios suíços de proteção e neutralidade de dados, oferece uma opção mais inteligente e segura para as empresas que desejam ter sucesso no mercado digital regulamentado da Coreia.

Os riscos são incrivelmente altos. Com inteligência artificial Com a mudança na forma como as empresas trabalham e os dados dos clientes se tornando mais valiosos do que nunca, a questão de quem controla esses dados e sob quais leis é agora uma questão estratégica importante. Para as empresas coreanas, especialmente em áreas regulamentadas como bancos, seguros e serviços governamentais, escolher o parceiro tecnológico certo não é mais apenas uma questão de recursos e preço. Trata-se de uma decisão fundamental sobre como eles controlam os dados, mantêm a conformidade com as normas e garantem que seus negócios possam enfrentar desafios futuros.

O que você aprenderá neste artigo:

-As principais regras que moldam a soberania digital da Coreia do Sul, como a Lei de Proteção de Informações Pessoais (PIPA) e o Programa de Garantia de Segurança na Nuvem (CSAP).

-Os riscos e limites do uso de plataformas de nuvem baseadas nos EUA, como Salesforce e Microsoft, especialmente com leis como a US CLOUD Act.

-Os benefícios exclusivos das leis de proteção de dados da Suíça e seu status como um porto seguro neutro para dados.

-Como a InvestGlass oferece uma alternativa ‘soberana por design’ que se encaixa perfeitamente nas metas de independência digital da Coreia.

-Dicas práticas para empresas coreanas ao buscarem soluções soberanas de CRM.

O paradoxo digital coreano: um líder global com uma parede soberana

A ascensão da Coreia do Sul como uma potência digital é uma história de sucesso que vem se desenrolando há mais de cinquenta anos. O Índice de Governo Digital de 2023 da OCDE a considera líder mundial, o que é um crédito de décadas de investimento inteligente em tecnologia e um impulso constante para a inovação. Desde seus primeiros projetos de computadores na década de 1970 até os avançados planos de governo digital da década de 2020, a Coreia sempre esteve comprometida com o uso da tecnologia para o crescimento nacional.

A iniciativa “Digital Platform Government” do governo é a etapa mais recente dessa jornada. Esse plano ambicioso tem como objetivo criar uma administração pública eficiente, com base em dados, que atenda à população com mais eficiência do que nunca. A visão inclui tudo, desde sistemas de identificação digital até serviços públicos orientados por IA, colocando a Coreia na vanguarda da tecnologia governamental.

Mas essa ambição digital voltada para o futuro vem acompanhada de um forte desejo de proteger suas fronteiras digitais. O governo coreano estabeleceu um sistema complexo de leis e regulamentações para garantir que os dados de seus cidadãos e as operações do setor público permaneçam sob controle nacional. Isso criou um ’muro de soberania‘ que os provedores de tecnologia estrangeiros precisam navegar com cuidado.

Duas partes desse muro são especialmente importantes para as empresas na Coreia: a Lei de Proteção de Informações Pessoais (PIPA) e o Programa de Garantia de Segurança na Nuvem (CSAP).

Lei de Proteção de Informações Pessoais (PIPA): Aprovada pela primeira vez em 2011 e muito mais forte em 2020, a PIPA é uma das leis de privacidade de dados mais rígidas do mundo. Ela controla como as informações pessoais são coletadas, usadas e transferidas, exigindo o consentimento estrito dos indivíduos e dando a eles direitos significativos sobre seus dados. Para as empresas, seguir a PIPA é uma obrigação e exige um entendimento detalhado de como os dados são movidos e processados.

A lei estabelece regras claras para o tratamento de dados, como limitar seu uso a uma finalidade específica, coletar apenas os dados mínimos necessários e ser transparente. As empresas precisam obter um consentimento claro para coletar dados, informar às pessoas exatamente como eles serão usados e implementar uma segurança forte para protegê-los. A violação dessas regras pode resultar em multas elevadas, de até 4% da receita anual para casos graves, uma estrutura semelhante à do GDPR da UE.

Programa de garantia de segurança na nuvem (CSAP): Gerenciado pela Korea Internet and Security Agency (KISA), o CSAP é uma certificação para serviços em nuvem que desejam trabalhar com organizações do setor público. Seus requisitos são tão rigorosos que criam um grande obstáculo para a maioria dos provedores de nuvem estrangeiros. Uma atualização em janeiro de 2023 tornou as regras ainda mais rígidas, exigindo que, mesmo para uma certificação básica, a equipe principal de operações em nuvem deve estar localizada na Coreia.

Além dessas regulamentações principais, a Coreia tem outras regras de proteção de dados para setores específicos. A Lei de Proteção e Uso de Informações de Crédito abrange dados financeiros, e a Lei de Proteção de Informações de Localização limita a exportação de mapas e dados de localização. Juntas, essas leis criam uma estrutura sólida que coloca o controle coreano sobre os dados coreanos em primeiro lugar.

O desafio do CSAP: Uma visão detalhada

A certificação CSAP é um sinal claro da política coreana de localização de dados. Não se trata apenas de onde os dados são armazenados; ela também determina a localização física do hardware do computador, da equipe e dos escritórios administrativos. Essa abordagem entra em conflito com a natureza global e dispersa dos grandes provedores de nuvem, como AWS, Google Cloud e Microsoft Azure.

Requisito do CSAPO que isso significa para os provedores de nuvem estrangeiros
Localização do data center físicoTodos os dados e backups devem ser armazenados e processados em data centers na Coreia do Sul. Isso impossibilita o uso de sites globais de recuperação de desastres.
Residência de pessoalAs principais operações e a equipe de gerenciamento precisam morar na Coreia, o que torna o gerenciamento de uma força de trabalho global mais difícil e mais caro.
Separação de redesO sistema prefere hardware fisicamente separado em vez de separação moderna baseada em software, o que significa investir em equipamentos dedicados.
Padrões de criptografia coreanosRequer o uso de métodos específicos de criptografia coreana, que podem não corresponder aos padrões globais e precisam de desenvolvimento adicional.
Direitos de auditoria e inspeçãoAs autoridades coreanas podem realizar auditorias no local, exigindo um nível de transparência que algumas empresas globais podem achar difícil.

A Information Technology and Innovation Foundation (ITIF) aponta que esse sistema bloqueia efetivamente os provedores de nuvem dos EUA em um mercado importante. Isso força as instituições públicas coreanas a escolher entre um pequeno grupo de empresas locais, possivelmente perdendo as melhores tecnologias do mundo. O impacto é sentido além do setor público, pois muitas empresas privadas, especialmente em áreas regulamentadas, veem a certificação CSAP como o padrão ouro de segurança.

O problema para as gigantes tecnológicas dos EUA: Salesforce e Microsoft na Coreia

Os problemas para os provedores de nuvem sediados nos EUA na Coreia não são apenas de logística; eles vêm de um conflito profundo entre sistemas jurídicos. Empresas como a Salesforce e a Microsoft têm que seguir as leis dos EUA que dão às autoridades americanas amplos poderes para acessar dados, independentemente do local do mundo onde esses dados estejam armazenados. Isso entra em conflito direto com a ideia de soberania digital que a Coreia e muitos outros países estão tentando proteger.

A Lei CLOUD: Um choque de leis

A mais importante dessas leis é a Clarifying Lawful Overseas Use of Data (CLOUD) Act de 2018. A Lei CLOUD diz claramente que a aplicação da lei dos EUA pode forçar as empresas de tecnologia sediadas nos EUA a entregar os dados solicitados, mesmo que esses dados estejam em servidores em outro país. Isso significa que os dados de clientes armazenados pela Salesforce ou pela Microsoft em um data center de Seul não estão necessariamente fora do alcance de um mandado dos EUA.

O impacto dessa lei é enorme. Quando um banco coreano armazena dados de clientes em uma plataforma de nuvem de propriedade dos EUA, esses dados ficam em uma área cinzenta do ponto de vista jurídico. A lei coreana pode proibir o envio desses dados a governos estrangeiros sem as medidas legais corretas, mas a lei dos EUA pode exigir que o provedor de nuvem atenda às solicitações do governo americano ao mesmo tempo. Isso cria uma situação sem saída que coloca as empresas em uma situação difícil.

Além disso, a Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira (FISA), especialmente a Seção 702, dá às agências de inteligência dos EUA amplos poderes para acessar dados de cidadãos estrangeiros por motivos de segurança nacional. Diferentemente das solicitações regulares da polícia, a vigilância da FISA geralmente ocorre sem informar as pessoas cujos dados estão sendo acessados e com pouca revisão judicial. Para as empresas coreanas que lidam com informações confidenciais de clientes, esse é um risco que elas não podem se dar ao luxo de correr.

A abordagem da Salesforce: Tentando criar confiança com contratos

A Salesforce promove sua plataforma Hyperforce e várias proteções legais, como as Binding Corporate Rules (BCRs), para convencer os clientes de seu compromisso com a proteção de dados. A empresa gastou muito em data centers regionais e certificados de conformidade, tentando se posicionar como uma guardiã confiável dos dados dos clientes.

Mas essas etapas, embora úteis, não resolvem o conflito jurídico básico. As Regras Corporativas Vinculantes são apenas acordos dentro de uma empresa sobre como lidar com transferências de dados; elas não se sobrepõem à legislação dos EUA. Se a Salesforce receber uma solicitação válida do governo dos EUA de acordo com a Lei CLOUD, ela terá que cumprir, independentemente do que dizem os contratos de seus clientes.

A plataforma Hyperforce é a tentativa da Salesforce de oferecer serviços mais locais, mas ainda faz parte de um sistema global controlado por uma empresa dos EUA. Para organizações com regras rígidas de soberania de dados, essa configuração tem limites incorporados que nenhum contrato pode corrigir completamente.

A parceria Microsoft-KT: Uma solução prática

Percebendo a dificuldade de atender às regras de soberania da Coreia, os provedores dos EUA tentaram encontrar soluções inteligentes. Um bom exemplo é a parceria anunciada no final de 2025 entre a Microsoft e a KT Corp, uma importante empresa coreana de telecomunicações. Elas lançaram juntas uma “nuvem pública segura”, criada no Microsoft Azure, mas administrada pela KT para atender às necessidades de soberania local.

A plataforma promete proteção total dos dados, mais controle para os clientes e regras rígidas para manter os dados dentro do país. A KT concentrou-se em três aspectos principais: proteger os dados em todas as etapas, dar às empresas mais controle sobre seus recursos de nuvem e garantir que todas as informações confidenciais permaneçam na Coreia.

Embora essa parceria seja uma medida prática, ela também mostra os pontos fracos internos das nuvens baseadas nos EUA. É uma solução criada em resposta a um problema, acrescentando complexidade extra e contando com um parceiro local para atuar como um escudo soberano. Para muitas empresas, o principal problema não desaparece: uma empresa dos EUA ainda está envolvida, e pode não ficar claro quem tem a autoridade legal final.

A parceria também traz dúvidas sobre sua estabilidade a longo prazo. E se o relacionamento entre os EUA e a Coreia ficar tenso? E se a legislação dos EUA mudar para exigir ainda mais acesso aos dados? Ao se basearem em uma fundação dos EUA, as organizações coreanas ainda estão expostas às mudanças legais e políticas americanas que estão fora de seu controle.

A vantagem da Suíça: Um refúgio seguro de neutralidade e proteção de dados

Em nítido contraste com os emaranhados jurídicos dos Estados Unidos, a Suíça oferece um ambiente jurídico e político construído em uma longa história de neutralidade e uma dedicação forte e moderna à privacidade de dados. Isso a torna a base perfeita para uma solução de nuvem verdadeiramente soberana.

A Lei Federal de Proteção de Dados (FADP)

O sistema de proteção de dados da Suíça está centrado na Lei Federal de Proteção de Dados (FADP). A FADP foi completamente atualizada em 2023 para corresponder ao Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia, tornando-a uma das leis de privacidade mais fortes e atualizadas do mundo.

O FADP atualizado traz várias regras importantes que fortalecem a proteção de dados:

Limitação de finalidade e minimização de dados: Os dados pessoais só podem ser coletados para fins específicos e claros e devem ser limitados ao que é necessário para esses fins. Isso impede o tipo de coleta de dados abrangente que é comum nas empresas de tecnologia dos EUA.

Requisitos de transparência: As empresas devem informar claramente às pessoas sobre a coleta de dados, incluindo quem está controlando os dados, por que eles estão sendo processados e quem pode recebê-los.

Direitos individuais: A FADP dá às pessoas plenos direitos sobre seus dados pessoais, incluindo o direito de vê-los, corrigi-los, excluí-los e movê-los. Esses direitos são aplicados por um comissário independente de proteção de dados.

Restrições de transferências internacionais: Os dados pessoais só podem ser enviados a países que tenham um nível “adequado” de proteção de dados. Isso garante que os padrões suíços de proteção de dados viajem com os dados para onde quer que eles vão.

Proteção de dados na Suíça (FADP)Estrutura jurídica dos EUA (CLOUD Act / FISA)
Escopo Jurisdicional: Aplica-se ao processamento de dados que afeta a Suíça, protegendo os dados localmente.Escopo jurisdicional: Tem alcance global, permitindo o acesso a dados armazenados em qualquer lugar por empresas dos EUA.
Acesso do governo: O acesso do governo aos dados é muito limitado, precisa de um motivo legal suíço válido e é controlado pelos tribunais.Acesso governamental: Dá amplos poderes aos órgãos de segurança e aplicação da lei para exigir dados, geralmente com pouca transparência.
Transferências de dados: As transferências de dados internacionais só são permitidas para países com forte proteção de dados.Transferências de dados: Facilita o acesso das autoridades dos EUA aos dados em nível global, criando conflitos com as leis de privacidade de outros países.
Neutralidade: A neutralidade política da Suíça significa que os dados não são envolvidos em disputas políticas internacionais.Risco geopolítico: os dados podem ser usados como uma arma em disputas políticas e comerciais entre países.
Supervisão independente: O comissário de proteção de dados trabalha independentemente de pressão política.Supervisão política: As decisões sobre o acesso aos dados podem ser influenciadas pela política.

O valor estratégico da neutralidade suíça

É importante ressaltar que a Suíça não faz parte da UE ou dos EUA, e seu sistema jurídico é independente. Um provedor de nuvem com sede apenas na Suíça, com data centers em território suíço, não precisa seguir a Lei CLOUD dos EUA ou leis de vigilância estrangeiras semelhantes. Isso oferece uma promessa legal clara e sólida de que os dados são protegidos somente pela lei suíça.

Esse “acabamento suíço” na proteção de dados, juntamente com a reputação de longa data do país em termos de estabilidade e discrição, tornou-o um porto seguro global confiável para dados. Para uma empresa coreana, armazenar dados na Suíça proporciona o conforto de saber que eles estão em um local neutro e seguro, comprometido com os mais altos padrões de privacidade.

A neutralidade da Suíça não é apenas um fato histórico; é um princípio fundamental que orienta a abordagem do país nas relações internacionais. Essa neutralidade é transferida para o mundo digital, onde a Suíça se tornou um intermediário confiável em uma Internet global cada vez mais dividida. Para as empresas que trabalham além das fronteiras, essa neutralidade oferece uma base estável que não é afetada pelos caprichos políticos de um único país.

InvestGlass: A alternativa Sovereign by Design

É aqui que a InvestGlass entra como a solução perfeita para as empresas coreanas que tentam resolver o quebra-cabeça da soberania digital. Como uma empresa suíça 100% sediada em Genebra, a InvestGlass oferece uma plataforma de automação e CRM avançada e orientada por IA que é soberana por natureza. Ela não foi ajustada posteriormente para fins de conformidade; foi construída desde o início com base nos princípios de proteção e neutralidade de dados suíços.

Uma plataforma completa para setores regulamentados

A InvestGlass oferece um conjunto completo de ferramentas criadas especificamente para as necessidades dos setores regulamentados:

Gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM): O núcleo da plataforma é um sistema de CRM inteligente que reúne todos os dados dos clientes em um só lugar, ajudando as empresas a entender melhor seus clientes. O CRM tem ferramentas avançadas para classificar clientes, rastrear comunicações e mapear relacionamentos para criar conexões mais fortes.

Sistema de gerenciamento de portfólio (PMS): Para empresas financeiras, a InvestGlass tem ferramentas integradas de gerenciamento de portfólio que permitem que os gerentes de patrimônio acompanhem os investimentos, analisem o desempenho e criem relatórios de clientes. Essa integração significa que você não precisa de sistemas separados e que todos os dados dos clientes ficam em um local seguro.

Integração digital: A plataforma inclui processos completos de integração digital que facilitam o registro de novos clientes e garantem que todas as regras sejam seguidas. As verificações integradas de KYC (Know Your Customer) e AML (Anti-Money Laundering) automatizam a conformidade, economizando tempo e reduzindo a chance de erros.

Marketing Automação: A InvestGlass permite que as empresas criem e executem campanhas de marketing direcionadas, acompanhem o desempenho delas e meçam os resultados. As ferramentas de marketing funcionam perfeitamente com o CRM, garantindo que todas as interações com os clientes sejam registradas e analisadas.

Portal do cliente: Um portal do cliente seguro e com a marca da empresa permite que os clientes vejam suas informações, conversem com seus consultores e façam transações. O portal pode ser personalizado com a marca da empresa e configurado para atender a necessidades específicas de segurança.

Formas flexíveis de implementação

O que realmente faz a InvestGlass se destacar é seu compromisso com a soberania dos dados em sua própria arquitetura. Com a InvestGlass, as empresas coreanas têm duas opções claras e seguras de hospedagem:

Hospedagem em nuvem na Suíça: Você pode armazenar todos os seus dados em centros de dados seguros e de primeira linha em solo suíço, protegidos apenas pela FADP suíça. Isso remove completamente os dados do alcance da Lei CLOUD dos EUA e de outras exigências de governos estrangeiros. A opção de nuvem suíça oferece segurança, sistemas de backup e desempenho de nível empresarial, tudo isso enquanto garante que seus dados estejam sob a proteção legal da Suíça.

Implantação no local: Para organizações com as mais rigorosas regras de localização de dados, como agências governamentais ou instituições financeiras, o InvestGlass pode ser instalado diretamente no seu próprio centro de dados na Coreia. Isso lhe proporciona o mais alto nível de controle, garantindo que nenhum dado saia do país. A opção no local é especialmente útil para organizações que precisam atender aos requisitos do CSAP ou lidar com dados muito confidenciais.

Essa flexibilidade lhe dá uma enorme vantagem sobre a abordagem de tamanho único dos grandes provedores de nuvem dos EUA. Em vez de lidar com complicadas soluções jurídicas ou parcerias com empresas locais, você pode escolher o modelo de implantação que se adapta perfeitamente ao seu nível de risco e às obrigações regulamentares.

Criado para conformidade

Além disso, a plataforma InvestGlass foi criada especificamente para setores regulamentados. Ela possui ferramentas integradas para monitorar a conformidade, manter trilhas de auditoria e criar relatórios regulatórios que simplificam muito o cumprimento das regras. Os recursos de conformidade da plataforma foram desenvolvidos com a ajuda de instituições financeiras e especialistas em regulamentação, de modo que atendem às necessidades reais das empresas em campos regulamentares complexos.

Os principais recursos de conformidade incluem:

Trilhas de auditoria abrangentes: Cada ação na plataforma é registrada com um carimbo de data e hora, criando um registro completo de quem fez o quê e quando. Essa trilha de auditoria é fundamental para verificações regulatórias e análises de conformidade interna.

Fluxos de trabalho de aprovação configuráveis: Você pode configurar fluxos de trabalho de aprovação para garantir que ações confidenciais, como grandes transações ou alterações nos dados do cliente, sejam revisadas e aprovadas pelas pessoas certas antes de acontecerem.

Relatórios regulamentares: A plataforma tem relatórios prontos para as necessidades regulatórias comuns, e você também pode criar relatórios personalizados. Os relatórios podem ser gerados sempre que você precisar deles ou programados para serem entregues automaticamente.

Gerenciamento da retenção de dados: O InvestGlass permite que você defina e aplique políticas de retenção de dados, garantindo que os dados sejam mantidos pelo tempo necessário e, em seguida, excluídos com segurança de acordo com as regras.

Dicas práticas para empresas coreanas

Para as empresas coreanas que estão pensando em soluções soberanas de CRM, aqui estão alguns aspectos práticos a serem considerados.

Descubra suas necessidades de soberania

A primeira etapa é entender quais são as necessidades específicas de soberania de sua empresa. Pense nas seguintes questões:

-Com quais tipos de dados sua empresa lida e quais regulamentações se aplicam a eles?

-Você precisa seguir os requisitos do CSAP ou outras regras do setor público?

-O que poderia acontecer se houvesse uma violação de dados ou acesso não autorizado do governo?

-Como seus clientes se sentiriam se descobrissem que seus dados poderiam ser vistos por governos estrangeiros?

As respostas a essas perguntas o ajudarão a decidir se uma solução hospedada na Suíça, uma implementação no local ou uma combinação de ambas é a escolha certa para a sua empresa.

Avaliar o custo total

Embora a soberania seja muito importante, você precisa equilibrá-la com aspectos práticos como custo, recursos e facilidade de configuração. Ao comparar o InvestGlass com opções como Salesforce ou Microsoft Dynamics, pense em:

Custos de implementação: Quais são os custos iniciais para colocar a plataforma em funcionamento, incluindo licenças, personalização e conexão com seus sistemas existentes?

Custos operacionais contínuos: Quais são os custos regulares de hospedagem, manutenção, suporte e atualizações?

Custos de conformidade: Quais custos adicionais você teria de pagar para atender e manter a conformidade com as normas coreanas? Para plataformas sediadas nos EUA, isso pode incluir o custo de parcerias locais, segurança adicional e análises jurídicas.

Custos dos riscos: Qual é o custo potencial de uma falha de conformidade, de uma violação de dados ou de danos à sua reputação? Para empresas que lidam com dados confidenciais, esses riscos podem ser muito grandes.

Quando você analisa todos os custos, uma solução soberana como a InvestGlass geralmente acaba sendo mais econômica do que as alternativas baseadas nos EUA que precisam de muitas alterações para atender às regras coreanas.

Planeje a mudança

Para as empresas que atualmente utilizam Salesforce, Microsoft Dynamics ou outras plataformas de CRM, a mudança para o InvestGlass requer um planejamento cuidadoso. Os principais aspectos a serem considerados incluem:

Migração de dados: Como os dados existentes de seus clientes serão transferidos para a nova plataforma? A InvestGlass oferece ferramentas de migração e suporte para garantir que os dados sejam transferidos de forma correta e segura.

Integração: Como a nova plataforma se conectará com outros sistemas que você utiliza? A InvestGlass tem uma API flexível que permite a conexão com muitos aplicativos de terceiros diferentes.

Treinamento: Como a sua equipe será treinada na nova plataforma? A InvestGlass oferece recursos completos de treinamento, incluindo documentos, tutoriais em vídeo e sessões de treinamento ao vivo.

Cronograma: Quanto tempo levará a mudança e como você manterá a empresa funcionando durante a mudança? Uma abordagem passo a passo, em que você utiliza o sistema antigo e o novo por algum tempo, pode reduzir as interrupções.

Conclusão: Escolhendo a verdadeira soberania

Como a Coreia do Sul continua a fortalecer suas fronteiras digitais, a escolha de uma plataforma de CRM e de nuvem tornou-se uma decisão estratégica importante. Ficar com fornecedores baseados nos EUA, como Salesforce e Microsoft, significa conviver com um nível constante de risco legal e lidar com uma complicada confusão de correções de conformidade e soluções alternativas. Essas soluções, embora poderosas, não foram criadas para um mundo em que a soberania digital é uma prioridade máxima.

A InvestGlass oferece uma alternativa clara, atraente e segura. Ao adotar os princípios suíços de privacidade de dados, neutralidade e independência jurídica, ela fornece uma plataforma que não é apenas compatível, mas verdadeiramente soberana. Os recursos completos da plataforma, as opções de implementação flexíveis e o foco em setores regulamentados fazem dela a escolha perfeita para empresas coreanas que desejam proteger seus dados e, ao mesmo tempo, executar uma excelente operação.

Para as empresas coreanas que desejam proteger seus dados, respeitar a privacidade de seus clientes e seguir a estratégia nacional de seu governo, a escolha é clara. O caminho para o sucesso digital na Coreia não passa por um jardim murado controlado por potências estrangeiras, mas por um porto seguro suíço confiável, neutro e soberano. A InvestGlass é esse porto seguro.

A decisão de adotar a soberania digital não se trata apenas de marcar uma caixa de conformidade; é um investimento estratégico no futuro da sua empresa. Ao escolher uma plataforma que é soberana por natureza, você prepara sua empresa para ter sucesso em um mundo regulatório cada vez mais complexo e, ao mesmo tempo, conquista a confiança de clientes que se preocupam cada vez mais com a privacidade dos dados.

Perguntas frequentes (FAQs)

1. O que é soberania digital e por que ela é importante na Coreia do Sul?

A soberania digital é a ideia de que um país tem o direito de controlar sua própria infraestrutura digital, seus dados e suas leis. Na Coreia do Sul, uma das principais nações digitais, é uma prioridade nacional proteger os dados dos cidadãos e manter sua economia digital forte. Isso levou a regras rígidas, como PIPA e CSAP, que controlam como os dados são coletados, armazenados e usados no país. Para as empresas, seguir essas regras é fundamental para operar legalmente e manter a confiança dos clientes.

2. Qual é o principal problema de usar provedores de nuvem dos EUA, como o Salesforce, na Coreia?

O maior problema é um choque de leis. As empresas sediadas nos EUA precisam seguir a Lei CLOUD dos EUA, que permite que as autoridades dos EUA exijam acesso aos dados que controlam, mesmo que estejam armazenados na Coreia. Isso cria um conflito em que a lei coreana pode dizer uma coisa (manter os dados sob controle coreano), enquanto a lei dos EUA diz outra (fornecer dados às autoridades dos EUA). Esse conflito torna arriscado para as empresas coreanas manterem a conformidade.

3. Qual é a diferença entre a lei suíça de proteção de dados (FADP) e as leis dos EUA?

A FADP suíça é uma lei de proteção de dados forte e unificada que é semelhante ao GDPR. Ao contrário dos EUA, a Suíça não tem leis como a CLOUD Act, que permite o acesso de vigilância a dados armazenados no exterior. A lei suíça coloca a privacidade individual em primeiro lugar e opera de forma politicamente neutra. O acesso do governo aos dados é limitado e requer um motivo legal suíço adequado, oferecendo uma proteção muito mais forte do que o sistema dos EUA.

4. O que torna o InvestGlass uma solução ‘soberana por design’?

A InvestGlass é uma empresa suíça 100% com sede em Genebra. Sua plataforma foi criada desde o início de acordo com as leis de privacidade suíças, e não apenas ajustada posteriormente para fins de conformidade. Ela oferece hospedagem na Suíça (fora do alcance legal dos EUA) ou no local, no próprio data center do cliente. Isso dá aos clientes controle total e claro sobre onde estão seus dados e quais leis os protegem. Essa abordagem arquitetônica da soberania é o que torna a InvestGlass diferente de seus concorrentes sediados nos EUA.

5. As organizações do setor público coreano podem usar o InvestGlass?

Sim. Como a InvestGlass oferece uma opção de implementação no local, uma organização do setor público coreano pode hospedar toda a plataforma em seus próprios centros de dados na Coreia. Isso atende às regras mais rigorosas de localização e controle de dados, tornando-se uma ótima alternativa aos provedores locais certificados pelo CSAP. A opção no local garante que todos os dados permaneçam dentro das fronteiras coreanas e sob a lei coreana.

6. É difícil mudar do Salesforce ou da Microsoft para a InvestGlass?

A InvestGlass foi criada para uma transição tranquila e oferece suporte total para a migração. Sua API flexível e o foco em setores regulamentados significam que ela tem as ferramentas e os processos para ajudar as empresas a migrar facilmente de seus sistemas CRM atuais, mantendo os dados seguros e em conformidade. A equipe da InvestGlass trabalha com os clientes para planejar e realizar migrações, causando o mínimo de interrupção possível.

7. Como a InvestGlass lida com a criptografia e a segurança dos dados?

A InvestGlass tem fortes recursos de segurança, incluindo criptografia de ponta a ponta para dados armazenados ou enviados. Uma grande vantagem de seu modelo soberano é que os clientes podem gerenciar suas próprias chaves de criptografia, por exemplo, com um módulo de segurança de hardware (HSM) gerenciado. Isso garante que eles tenham a palavra final sobre quem pode acessar seus dados. A plataforma também possui controles de acesso detalhados, logs de auditoria e ferramentas de monitoramento de segurança.

8. O uso de uma nuvem suíça significa que meus dados estão distantes e com acesso lento?

A moderna tecnologia de nuvem e as redes globais garantem que qualquer atraso (latência) seja muito pequeno. Para a maioria dos aplicativos comerciais, a diferença no tempo de acesso entre um data center europeu e um local é pequena e não afetará a experiência do usuário. O enorme benefício em termos de segurança e proteção legal vale muito a pena qualquer latência menor. Para empresas com necessidades de desempenho muito rigorosas, a opção no local elimina qualquer preocupação com a latência.

9. Como a parceria ‘nuvem soberana’ entre a KT e a Microsoft se compara ao InvestGlass?

A solução KT-Microsoft é uma parceria criada para atender às regras coreanas, mas ainda tem uma empresa norte-americana em seu núcleo. Isso pode deixar algumas dúvidas sobre quem tem a palavra final sobre os dados. A InvestGlass oferece uma opção mais simples e clara: uma única empresa sediada na Suíça que segue apenas a legislação suíça. Isso proporciona uma forma de soberania mais direta e, sem dúvida, mais segura, sem a complexidade de um acordo com várias empresas.

10. O InvestGlass é apenas para empresas financeiras?

Embora a InvestGlass tenha muita experiência no mundo financeiro, incluindo bancos privados, gestão de patrimônio e seguros, seus poderosos recursos de CRM, automação e segurança são excelentes para qualquer setor ou empresa regulamentada que se preocupe com a soberania dos dados. Isso inclui serviços de saúde, serviços jurídicos, agências governamentais e qualquer empresa que lide com informações confidenciais de clientes. A plataforma é flexível o suficiente para ser configurada para muitos usos e setores diferentes.

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